Tem se ouvido muito falar a respeito da mudança de comando na Faculdade Católica Rainha do Sertão, entidade que pertence a Diocese de Quixadá. Rumores dão conta de que o bispo Dom Ângelo Pignoli teria requerido a direção da Faculdade. A conversa tomou conta das ruas. Não só de Quixadá, mas de Quixeramobim e de diversas cidades do Estado onde moram os estudantes da Católica.
Sem um pronunciamento oficial de Dom Ângelo ou mesmo de Dom Adélio, bispo emérito, por enquanto tudo não passa de especulação. Fato é que tenho ouvido de pais de alunos e de alguns universitários da faculdade que há certo temor de uma mudança na administração da Católica de Quixadá, que em apenas cinco anos de existência conta com cerca de dois mil e quinhentos alunos, em cursos como ciências contábeis, enfermagem, odontologia, direito, administração e psicologia. São ao todo catorze cursos que funcionam numa estrutura moderna, numa das mais bem equipadas universidades do norte-nordeste, um marco em Quixadá e região.
À frente desse empreendimento o bispo emérito de Quixadá, Dom Adélio Tomasin, líder sem o qual podemos afirmar sem medo não existiria a Faculdade Católica Rainha do Sertão. Dom Adélio é um desbravador, um idealista, mas mais do que tudo, um homem empreendedor que dedicou anos de sua vida a construção do que há muito era apenas um sonho e hoje é um instrumento concreto de formação profissional e desenvolvimento do Sertão Central.
Não nos cabe pré-julgar Dom Ângelo, o qual não o conhecemos. Até o momento não se sabe ao certo como será montada sua equipe caso o mesmo venha realmente a assumir o comando. O que sabemos é que a Católica de Quixadá passa por um momento decisivo, com os preparativos para a implantação do curso de medicina, dentre outros projetos que tem sido conduzidos com excelência pela atual administração. Qualquer ruptura nesse momento poderá ter consequências imprevisíveis e isso assusta, afinal o destino de mais de duas mil pessoas passa diretamente pelos bancos da faculdade e qualquer mudança de rumos adotada poderá repercutir nesse processo.
O que esperamos é que essa situação seja tratada no âmbito da administração interna da Faculdade Católica e da Diocese de Quixadá, para que não continuemos a presenciar o uso político do caso, o que não é bom para a instituição nem para os seus alunos, principalmente.
Um empreendimento da magnitude da Católica de Quixadá, com um impacto econômico e social de tamanha relevância, merece ser tratado com todo o profissionalismo possível. A Católica hoje não pertence mais apenas à Diocese de Quixadá, mas é parte da vida de gente de todas as regiões do Estado e até de Estados vizinhos, que nela investem seus sonhos, seu tempo e seus recursos para uma formação de qualidade.
As disputas internas e intervenções externas não devem jamais macular a imagem da instituição e comprometer seu desempenho. A Católica é um conquista de todos nós que creditamos na educação e na força do trabalho, para construção do futuro, porque é preciso ter fé, mas é indispensável estar bem preparado para se conquistar aquilo em que a nossa fé acredita.
(Fonte: Direto ao Assunto - Sérgio Machado)
Sem um pronunciamento oficial de Dom Ângelo ou mesmo de Dom Adélio, bispo emérito, por enquanto tudo não passa de especulação. Fato é que tenho ouvido de pais de alunos e de alguns universitários da faculdade que há certo temor de uma mudança na administração da Católica de Quixadá, que em apenas cinco anos de existência conta com cerca de dois mil e quinhentos alunos, em cursos como ciências contábeis, enfermagem, odontologia, direito, administração e psicologia. São ao todo catorze cursos que funcionam numa estrutura moderna, numa das mais bem equipadas universidades do norte-nordeste, um marco em Quixadá e região.
À frente desse empreendimento o bispo emérito de Quixadá, Dom Adélio Tomasin, líder sem o qual podemos afirmar sem medo não existiria a Faculdade Católica Rainha do Sertão. Dom Adélio é um desbravador, um idealista, mas mais do que tudo, um homem empreendedor que dedicou anos de sua vida a construção do que há muito era apenas um sonho e hoje é um instrumento concreto de formação profissional e desenvolvimento do Sertão Central.
Não nos cabe pré-julgar Dom Ângelo, o qual não o conhecemos. Até o momento não se sabe ao certo como será montada sua equipe caso o mesmo venha realmente a assumir o comando. O que sabemos é que a Católica de Quixadá passa por um momento decisivo, com os preparativos para a implantação do curso de medicina, dentre outros projetos que tem sido conduzidos com excelência pela atual administração. Qualquer ruptura nesse momento poderá ter consequências imprevisíveis e isso assusta, afinal o destino de mais de duas mil pessoas passa diretamente pelos bancos da faculdade e qualquer mudança de rumos adotada poderá repercutir nesse processo.
O que esperamos é que essa situação seja tratada no âmbito da administração interna da Faculdade Católica e da Diocese de Quixadá, para que não continuemos a presenciar o uso político do caso, o que não é bom para a instituição nem para os seus alunos, principalmente.
Um empreendimento da magnitude da Católica de Quixadá, com um impacto econômico e social de tamanha relevância, merece ser tratado com todo o profissionalismo possível. A Católica hoje não pertence mais apenas à Diocese de Quixadá, mas é parte da vida de gente de todas as regiões do Estado e até de Estados vizinhos, que nela investem seus sonhos, seu tempo e seus recursos para uma formação de qualidade.
As disputas internas e intervenções externas não devem jamais macular a imagem da instituição e comprometer seu desempenho. A Católica é um conquista de todos nós que creditamos na educação e na força do trabalho, para construção do futuro, porque é preciso ter fé, mas é indispensável estar bem preparado para se conquistar aquilo em que a nossa fé acredita.
(Fonte: Direto ao Assunto - Sérgio Machado)
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