De acordo com o delegado Carlos Teófilo, adjunto da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), pai e filha foram até o banco tentar sacar o valor de R$ 1 milhão com um contrato falso. O terceiro suspeito chegou em seguida com o cheque milionário em mãos. Eles disseram que o dinheiro havia sido adquirido em trabalhos feitos para empresas.
Distribuição do dinheiro
Os suspeitos queriam distribuir os R$ 49,3 milhões para várias outras contas bancárias e o gerente do banco ao qual foram pensou que a distribuição do dinheiro seria feita através de transferência. Os suspeitos, no entanto, apresentaram um cheque, o que fez com o que o gerente desconfiasse.
"Ao receber esse cheque, ele (o gerente) já imaginou que se tratava de uma fraude e entrou em contato com a delegacia de defraudações", conta o delegado, que também informou que o CNPJ da empresa que o cheque continha estava no nome de uma mulher dona de uma empresa em Goiás. O delegado investiga se a mulher foi vítima dos suspeitos.
De acordo com o delegado, o cheque é falso. "Eles imaginaram que, com o banco aqui em Fortaleza vendo um cheque com a assinatura do gerente executivo do banco de São Paulo, conseguiriam sem nenhum problema obter essa quantia. Esse cheque é falso. O papel não é verdadeiro, ele não foi emitido pelo banco. É um cheque materialmente falso", relata o delegado.
Os suspeitos teriam feito o contrato falso como forma de mostrar que havia clareza na negociação que eles tinham feito, segundo o delegado. (Do G1-CE)

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