O Governo do Estado poderia tributar o preço do leite que vem de fora, ou tabelar acima do valor de mercado praticado no estado, para que o produto local possa ser valorizado. Foi dessa forma que o Industrial Airton Carneiro, encontrou soluções diante a desvalorização do leite no estado, principalmente no que se refere ao produtor da agricultura familiar. O que vem acontecendo é que os grandes laticínios estão comprando leite de outros estados, enquanto que a produção local fica estocada, sem chegar ao seu destino final.
Para o Presidente da Associação dos Agropecuaristas do Sertão Central, Carlos Eloy, está acontecendo um cartel do leite, um monopólio para forçar a queda do valor do produto desde a base, ou seja, do pequeno ao médio produtor, porém chegando o produto final ao mesmo preço para o consumidor; o que representa ainda muito mais lucro para o laticinista.
Cirilo Vidal enfatizou a falta de representatividade da categoria para reivindicar os seus direitos junto aos órgãos competentes. Questionou também o porquê do município ser a maior bacia leiteira do estado, com produção dia de 110 mil litros de leite, e mesmo assim fornecer para o programa do leite apenas quatro mil litros do produto, enquanto outros municípios de menor expressão em termos de produção ofertam bem mais.
Também foi cobrado pelos debatedores, principalmente pelo Dr. Juarez Charles Carvalho um maior investimento em tanques e uma política interna de valorização do produto, como por exemplo, a inclusão do leite no cardápio da merenda escolar dos estabelecimentos de ensino do município, dada a importância nutricional que o produto oferece.
O programa rendeu bons frutos. Na ocasião, os participantes marcaram uma reunião para esta quarta-feira, 11, entre os agropecuaristas e os representantes dos laticínios Betânia e Maranguape, para discutir o preço do leite para o produtor. A associação também deixou agendada uma exposição agropecuária para o inicio do mês, com o objetivo de reunir agropecuaristas, empresários e políticos para que problemas dos produtores possam ser discutidos e soluções sejam encontradas.
(Fonte: Jornalismo do Sistema Maior de Comunicação)
Para o Presidente da Associação dos Agropecuaristas do Sertão Central, Carlos Eloy, está acontecendo um cartel do leite, um monopólio para forçar a queda do valor do produto desde a base, ou seja, do pequeno ao médio produtor, porém chegando o produto final ao mesmo preço para o consumidor; o que representa ainda muito mais lucro para o laticinista.
Cirilo Vidal enfatizou a falta de representatividade da categoria para reivindicar os seus direitos junto aos órgãos competentes. Questionou também o porquê do município ser a maior bacia leiteira do estado, com produção dia de 110 mil litros de leite, e mesmo assim fornecer para o programa do leite apenas quatro mil litros do produto, enquanto outros municípios de menor expressão em termos de produção ofertam bem mais.
Também foi cobrado pelos debatedores, principalmente pelo Dr. Juarez Charles Carvalho um maior investimento em tanques e uma política interna de valorização do produto, como por exemplo, a inclusão do leite no cardápio da merenda escolar dos estabelecimentos de ensino do município, dada a importância nutricional que o produto oferece.
O programa rendeu bons frutos. Na ocasião, os participantes marcaram uma reunião para esta quarta-feira, 11, entre os agropecuaristas e os representantes dos laticínios Betânia e Maranguape, para discutir o preço do leite para o produtor. A associação também deixou agendada uma exposição agropecuária para o inicio do mês, com o objetivo de reunir agropecuaristas, empresários e políticos para que problemas dos produtores possam ser discutidos e soluções sejam encontradas.
(Fonte: Jornalismo do Sistema Maior de Comunicação)
O que falta na realidade e uma representacao politica que defenda o produtor de leite que e a principal fonte de geracao de renda e de emprego do municipio. Os politicos do municipio parecem estarem aliados ao cartel do leite.
ResponderExcluirNao devemos esquecer que o problema do leite e bem antigo e tem suas raizes na politica agraria comandada pelos tucanos, especialmente a administracao Tassso Jereissate, que desmontou toda a estrutura de apoio a agropecuaria(especialmente e EMATER E EPACE ) deixando a agropecuaria do estado sem apoio intitucional.
O reflexo dessa politica esta se observando agora no que se refere a sanidade onde o estado ainda e zona de aftosa tornando nosso estado fragilizado sem poder exportar seus produtos especialmente o leite.
Luiz Carlos Pontes
Produtor de Leite