Por isso, é importante que o governo municipal respeite os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, e não contrate além da sua capacidade de honrar os compromissos com servidores e fornecedores do município.
O que preocupa é que temos em Quixeramobim um secretário de Finanças empenhado em realizar cortes na área da Saúde, mas pouco preocupado em cortar os excessos do funcionalismo público municipal.
Transformar a prefeitura num cabide de empregos faz cair a quantidade de recursos disponíveis para se investir em saúde, educação e moradia, acabando por ameaçar o próprio funcionamento da máquina pública.
A solução para esse dilema é manter os gastos com funcionários em um patamar que não prejudique o investimento em áreas sociais, alcançando, assim, um equilíbrio das contas públicas. Equilíbrio esse que parece nunca chegar por aqui!

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