Conforme o vice-prefeito, Tarso Borges, em conversa com a reportagem, a unidade cessará os atendimentos aos outros municípios da região. Para a população local o atendimento continua normal. Com a iniciativa, a unidade terá como diminuir a quantidade de atendimentos e cirurgias eletivas sem urgência e emergência e terá ainda como reduzir de 60 para 40 o número de médicos, já que a demanda diminuirá diante do cancelamento de atendimentos a outros municípios, que conforme lembra a gestão municipal, não contribuem com nenhum recurso para a unidade.
Conforme a Prefeitura, a manutenção do HRPDN custa mensalmente R$ 2 milhões. Deste total o Governo do Estado repassa somente R$ 230 mil e o Governo Federal, 300 mil. O restante é custeado pelo município, que afirma que a situação tornou-se insustentável, já que houve queda no repasse do FPM e o município tem que cumprir outras obrigações.
O prefeito Cirilo Pimenta esteve reunido recentemente com o secretário estadual da Saúde, Henrique Javi, solicitando uma posição sobre os repasses realizados pelo Governo do Estado e nesta segunda-feira, 09, o gestor viajou à Brasília, onde participará de reuniões no Ministério da Saúde para tratar da contrapartida do Governo Federal ao Município.
Postado por: Jornalismo - Sistema Maior de Comunicação

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