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| Foto: Reuters |
O pedido faz parte do primeiro pacote de ações cíveis ajuizadas ontem em decorrência dos processos criminais já abertos contra executivos dessas construtoras: Camargo Corrêa, Sanko, Mendes Júnior, OAS, Galvão Engenharia e Engevix.
As cinco ações são a primeira medida efetiva de pedido de punição para as empreiteiras - não aos seus executivos. Os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato pediram a proibição de contratação com o Poder Público para as seis empreiteiras do cartel.
Elas podem também ficar impedidas de receberem benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios. A acusação de enriquecimento ilícito pelos fatos apurados na Lava-Jato abrange as empresas e seus executivos.
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa também foi acusado pelos atos de improbidade, mas isento do pagamento dos valores. "O ex-diretor não está incluído nos pedidos de condenação em razão do acordo de colaboração firmado", informou o MPF.
Ele se comprometeu a devolver recursos mantidos no exterior e no País, comprometeu-se a arcar com a indenização cível, bem como a relatar todos os ilícitos de que tinha conhecimento relacionado aos fatos investigados", afirmou a Procuradoria.
Para o coordenador da força-tarefa Lava-Jato, procurador da República Deltan Dallagnol, as ações propostas materializam a convicção do MPF de que todos "devem ser punidos igualmente, na proporção da gravidade de seus atos e culpas". "A corrupção pode ser vista como uma decisão embasada em custos e benefícios. Empresas corrompem porque os benefícios são maiores do que os custos. Devemos inverter essa fórmula". (Fonte: Diário do Nordeste)

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