
Onze dias depois do seqüestro de uma criança e sua babá, na cidade de Morada Nova (a 163Km de Fortaleza), a família do menino decidiu romper o silêncio e pedir ajuda da Imprensa para que o caso chegue ao fim. Ontem, o pai do garoto Rainério Herbert Façanha Filho, de apenas quatro anos de idade, autorizou o Diário do Nordeste publicar a fotografia do filho, assim como da babá.
"A família está muito angustiada. Os pais estão constantemente sendo sedados. A angústia e o sofrimento são muito grandes. Por isso, a família está fazendo um apelo de público para que, se alguém tiver alguma informação que possa ajudar na localização dos reféns, que comunique à família, ou mesmo à Imprensa e à Polícia", afirma um amigo do comerciante, que, no começo da tarde de ontem, recebeu a incumbência de representar os pais do menino e autorizar a publicação das fotografias.
O seqüestro ocorreu na noite do último dia 7, quando a família chegava em casa. Os seqüestradores já haviam invadido a casa do comerciante e dominado o caseiro. "Quando a família chegou de um passeio, foi rendida dentro de casa", explica.
Os seqüestradores levaram o menino Rainério Filho e a babá, a jovem Luana Mara de Freitas Rabelo, 19. Na fuga, os criminosos usaram o próprio veículo do empresário, uma caminhonete, que foi abandonada, horas depois, no distrito de São João do Aruaru.
Nos dias seguintes, os seqüestradores passaram a manter contato com a família, exigindo o pagamento de resgate. De Fortaleza, foi enviada à Morada Nova uma equipe da Divisão Anti-Seqüestro (DAS), sob o comando dos delegados Andrade Júnior e Antônio Pastor. Mas, a pedido do pai da criança, a Polícia foi afastada do caso.
Saúde
"A família está sofrendo muito. O garoto tem problemas de saúde, precisa tomar remédios. Tem problema de refluxo e respiratórios. Além disso, é alérgica à alimentos que contêm corantes. Precisa tomar medicamento diariamente", afirma o amigo da família do empresário. Nos contatos exigindo o pagamento do resgate, os criminosos não falam como está o estado de saúde do garoto.
Em entrevista, por telefone, ao Diário, na tarde de ontem, o diretor da Divisão Anti-Seqüestro, delegado Andrade Júnior, foi cauteloso e confirmou que, a pedido da família da criança, as investigações foram suspensas.
"Temos, obrigatoriamente, que respeitar os sentimentos dás famílias dos dois reféns e estamos afastados do caso. Como é de praxe, só retornaremos às investigações quando os reféns estiverem à salvo, de volta às suas famílias", advertiu.
Em Morada Nova, a população acompanha, com apreensão, o episódio. O pai do garoto seqüestrado junto com a babá e muito conceituado. Ele atua na venda de motocicletas.
"A família está muito angustiada. Os pais estão constantemente sendo sedados. A angústia e o sofrimento são muito grandes. Por isso, a família está fazendo um apelo de público para que, se alguém tiver alguma informação que possa ajudar na localização dos reféns, que comunique à família, ou mesmo à Imprensa e à Polícia", afirma um amigo do comerciante, que, no começo da tarde de ontem, recebeu a incumbência de representar os pais do menino e autorizar a publicação das fotografias.
O seqüestro ocorreu na noite do último dia 7, quando a família chegava em casa. Os seqüestradores já haviam invadido a casa do comerciante e dominado o caseiro. "Quando a família chegou de um passeio, foi rendida dentro de casa", explica.
Os seqüestradores levaram o menino Rainério Filho e a babá, a jovem Luana Mara de Freitas Rabelo, 19. Na fuga, os criminosos usaram o próprio veículo do empresário, uma caminhonete, que foi abandonada, horas depois, no distrito de São João do Aruaru.
Nos dias seguintes, os seqüestradores passaram a manter contato com a família, exigindo o pagamento de resgate. De Fortaleza, foi enviada à Morada Nova uma equipe da Divisão Anti-Seqüestro (DAS), sob o comando dos delegados Andrade Júnior e Antônio Pastor. Mas, a pedido do pai da criança, a Polícia foi afastada do caso.
Saúde
"A família está sofrendo muito. O garoto tem problemas de saúde, precisa tomar remédios. Tem problema de refluxo e respiratórios. Além disso, é alérgica à alimentos que contêm corantes. Precisa tomar medicamento diariamente", afirma o amigo da família do empresário. Nos contatos exigindo o pagamento do resgate, os criminosos não falam como está o estado de saúde do garoto.
Em entrevista, por telefone, ao Diário, na tarde de ontem, o diretor da Divisão Anti-Seqüestro, delegado Andrade Júnior, foi cauteloso e confirmou que, a pedido da família da criança, as investigações foram suspensas.
"Temos, obrigatoriamente, que respeitar os sentimentos dás famílias dos dois reféns e estamos afastados do caso. Como é de praxe, só retornaremos às investigações quando os reféns estiverem à salvo, de volta às suas famílias", advertiu.
Em Morada Nova, a população acompanha, com apreensão, o episódio. O pai do garoto seqüestrado junto com a babá e muito conceituado. Ele atua na venda de motocicletas.
(Fonte: Jornal Diário do Nordeste)
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