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sábado, 30 de outubro de 2021

Taxa de positividade da Covid-19 em Fortaleza chega a 1,5%

A proporção de positividade das amostras de exames RT-PCR analisadas pelos laboratórios da rede pública em Fortaleza é de 1,5%. Neste mês de outubro, considerando dados colhidos até essa quinta-feira, 28, a média móvel de óbitos manteve-se estável, sempre abaixo de um registro. Os dados são do boletim epidemiológico semanal divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), nesta sexta-feira, 29.

A média móvel de casos da infecção é de 7,3 casos. Número é 57% menor do registrado duas semanas atrás (16,7 casos). Conforme a análise, "a estabilidade observada atualmente se estabeleceu após a queda progressiva, que levou a média para um patamar entre 10 e 20 casos, nas últimas semanas".

Cenário configura baixa transmissão, visto que o índice de casos confirmados é inferior a um caso por 100 mil habitantes por dia. Balanço aponta que, desde o início da pandemia, o maior número de casos (2.256) e a maior media móvel (1.644,9 casos) foram registradas, respectivamente, nos dias 1 e 6 de março de 2021.

O atual padrão de mortalidade, com curva de novos óbitos em declínio desde abril, pode-se afirmar que a segunda onda chegou ao fim. Contudo, "tal cenário pode ainda ser alterado por um fator externo, como a dominância de novas variantes com relevante escape vacinal".

Segundo o boletim, a média móvel de óbitos dos últimos sete dias foi de menos de um óbito (0,1). Considerando os indicadores atuais, é possível observar similaridades ao cenário observado em agosto de 2020. No período atual, entretanto, a diminuição das fatalidades é potencializada pela vacinação de um grande parcela da população.

Com relação ao perfil etário das pessoas que são infectadas e das que vão a óbito pela Covid-19, o levantamento mostra que 73% dos casos e 27% das mortes foram confirmados na população de 20 a 59 anos. Já o grupo de pessoas com 60 anos ou mais corresponde a 19% dos casos e 73% das mortes. A maioria dos pacientes que morrem em decorrência da doença é do sexo masculino (55%). (Do O Povo Online)

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