quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Vigilância Epidemiológica emite boletim sobre índices de infestação e casos notificados de arboviroses

A Coordenação da Vigilância Epidemiológica de Quixeramobim atualizou os números referentes aos casos notificados e os índices de infestação nos bairros do município. Conforme o documento, em janeiro deste ano foram notificados 5 casos de dengue e 7 de chikungunya, todos na sede urbana, o que significa dizer que ainda estão em processo de análise para saber se realmente tratam-se destas doenças.

Na manhã de hoje, 15, o coordenador da Vigilância à Saúde, Idamar Lima, e o coordenador de Endemias, Antônio de Pádua, estiveram no Programa SerTão Conta Mais, da Rádio Campo Maior AM 840, para apresentar o balanço e  reforçar o pedido a população pelo trabalho de prevenção.

“Hoje nós não combatemos somente o vírus da Dengue, mas diversas outras doenças que tem o mosquito aedes aegypti como vetor. Nossa luta é contra o mosquito e, para isso, é necessário que a população ajude”, disse Antônio de Pádua, lembrando que é nos quintais das residências que o agentes de endemias mais encontram focos do mosquito.

Já Idamar ressaltou que até o momento a Vigilância não notificou nenhum caso de Zika, mas o cuidado redobrado deve permanecer: “O município de Quixeramobim é um dos municípios da região que mais apresentaram notificações das doenças oriundas do aedes ano passado e é por isso que devemos adotar medidas de prevenção”, disse.

O boletim epidemiológico ainda revelou que os bairros Vila São Paulo, Conjunto Esperança, Duque de Caxias e Maravilha, são os locais que apresentam o maior índice de infestação do mosquito. Pádua revelou outro problema, a resistência de alguns moradores em recepcionarem os agentes de endemias em suas residências: “Ainda há pessoas que não deixam ou resistem a visita dos nossos agentes. Isso tem que mudar. Afinal, eles trazem a saúde para dentro da sua casa”, lembrou.

O ano passado foi marcado como o mais preocupante pelo órgão, pois mesmo com a realização de mutirões, 2016 fechou com 698 notificações de dengue e foi ainda no ano passado que passou a circular na região a Febre Chikungunya, com 1.644 casos notificados no município, segundo a Vigilância.

Postado por: Jornalismo - Sistema Maior de Comunicação

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