Divulgado no Blog da Rádio Liberdade de Boa Viagem o resultado de uma enquete que perguntava como a população avaliava a saúde em Boa Viagem, 82% dos internautas responderam que consideram péssima. Diante disso, o Programa Cidade em Campo, transmitido pela Rádio Campo Maior, trouxe na manhã desta terça-feira, 29, na participação do radialista Sérgio Machado nesta discussão.
Durante a participação do radialista, uma ouvinte se manifestou através de ligação telefônica, demonstrando sua admiração pela administração municipal e afirmando não existir nenhum problema relacionado à saúde no município. Para ela, em Boa Viagem está tudo “maravilhoso”. Entretanto, não foi bem isso que relatou o servidor público, odontólogo e conhecedor da saúde local, Marcio Ary, em sua participação na tarde desta terça-feira no Programa Repórter Ceará da Rádio Campo Maior.
Márcio Ary foi incisivo em sua afirmação: “A saúde de Boa Viagem se encontra em estado de UTI”. Segundo ele, as doze equipes do Programa Saúde da Família (PSF) que atuam no município encontram-se em estado deplorável, “Faltam profissionais, material e estrutura física. Para se ter idéia, existem apenas dois médicos que cobrem quase todo o expediente no Hospital, cada um ganhando cerca de R$ 24.000,00(vinte e quatro mil reais), enquanto os salários de outros servidores estão congelados há mais de dois anos. A segurança na unidades de saúde também está comprometida, pois os vigias foram demitidos e até assaltos já foram registrados”, afirma. Para o odontólogo, ”O Hospital do município encontra-se lotado por atender a todos os casos de saúde, até os mais simples, por falta de profissionais nas unidades básicas”.
Segundo Marcio Ary, as ambulâncias do município estão sucateadas e a prefeitura aluga carros pequenos e muitas vezes desconfortáveis para realizar a transferência de pacientes para outras cidades. O profissional de saúde finalizou sua participação cobrando melhores condições de trabalho para os servidores, o fortalecimento e reestruturação do PSF, a instalação de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e da Farmácia Popular, enfatizando que a conclusão da obra do prédio encontra-se paralisada por conta da inviabilização dos recursos “devido à falta de competência da secretária de saúde local”, denunciou. Além da reestruturação do hospital, para que este venha a realizar apenas atendimento aos casos mais graves, deixando os atendimentos simples para as demais unidades de saúde, possibilitando assim uma melhor resposta às demandas de saúde da população.
Não só de Boa Viagem nos chegam denuncias de descaso na saúde pública. O jornalismo do Sistema Maior de Comunicação também recebe denúncias de outras cidades da região, como é o caso de Quixadá, onde a população reclama das condições de atendimento no hospital Eudásio Barroso.
Em Quixeramobim as denúncias também são diárias. Ainda na participação de hoje, do radialista Sérgio Machado, no Programa Cidade em Campo, uma ouvinte manifestou sua indignação a respeito de uma faixa localizada em uma das principais ruas do município exaltando o trabalho da Secretaria. Segundo ela, a faixa contém o seguinte texto: “Saúde se faz com Humanização e Trabalho”. Para a ouvinte, o atendimento no Hospital Regional não é nada humanizado ou satisfatório. “Não sei que tipo de humanização é essa que eles estão usando, a gente chega ao hospital e as pessoas não sabem falar com você, não tem uma comunicação suave”, disse.
No programa Manhã 106, da Canudos FM, diversos ouvintes se manifestaram na manhã de hoje sobre o assunto. Segundo populares, a demanda por atendimento é superior ao número disponibilizado pelas unidades de saúde do município. A moradora Aurinete Alves, do Conjunto Esperança, relatou à nossa equipe de reportagem que, para conseguir atendimento na Unidade Básica de Saúde daquele bairro, a mesma teve que chegar de madrugada ao local, ocasião em que encontrou diversas pessoas já na fila desde uma hora da manhã, na tentativa de conseguir atendimento.
No Bairro Monteiro de Moraes, além da falta de vagas, há reclamação ainda quanto ao horário. Segundo populares, há médicos que iniciam o expediente somente por volta das 14h00min e não conseguem atender a todos, gerando insatisfação na comunidade.
Já na Zona Rural, há localidades onde o atendimento à população acontece apenas uma vez por mês, como ocorre na comunidade de Campina, em Manituba, cujo atendimento ocorre em uma residência. O horário também aflige a população da zona rural. Na maioria das vezes, os médicos e enfermeiros do PSF chegam às comunidades após as nove horas da manhã e acabam por não atender todos que precisam, encerrando o expediente.
REDIRECIONAMENTO
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Deputados falam em leviandade e ingratidão
No primeiro dia útil, após a escolha dos candidatos, a tensão dominou os debates na Assembleia Legislativa
O deputado Welington Landim (PSB) depois de dizer que o deputado Tomás Figueiredo (PSDB) é leviano e que ingrato são os tucanos que passaram mais de três anos elogiando o Governo e de repente mudam o discurso. O deputado que é líder do bloco governista respondia a discursos do deputado João Jaime, líder do PSDB e do outro tucano, Tomás Figueiredo, autor do primeiro discurso de oposição, na semana passada, parcialmente repetido na sessão de ontem.
O deputado João Jaime falou de ingratidão as destacar a trajetória política dos irmãos Ciro e Cid Gomes, com a ajuda do senador Tasso Jereissati (PSDB). Por seu turno, o deputado Tomás Figueiredo disse que "Tasso nunca tentou calar a voz das oposições cooptando quem estava contra, não comprou o silêncio conveniente, não pagou para ser bajulado".
Landim deixa claro que não houve por parte de nenhum membro da base aliada de Cid Gomes, algum tipo de manifestação de agressão ou comentário jocoso em relação à candidatura de Marcos Cals (PSDB), ou mesmo ao senador Tasso Jereissati (PSDB).
Pelo contrário, ele alega que foi o PSDB quem primeiro levantou esse tipo de comentário, destacando, por exemplo, uma afirmação de Tasso que considera grave, de que prefeitos votarão em Cid Gomes por medo, o que aponta não ser verdade.
Landim também ressalta que Cid Gomes foi eleito governador do Estado sem a ajuda do Governo, lembrando que quem estava à frente do Executivo na ocasião era o então tucano, Lúcio Alcântara, rebatendo a afirmação de Cirilo Pimenta de que os Ferreira Gomes sempre tiveram a ajuda do Governo.
Segundo Cirilo, os Ferreira Gomes usaram Tasso como "trampolim. Posso chamá-los de cupim. O cupim é aquele que come junto só com a família", fazendo alusão, também, à candidatura de Patrícia Saboya à Assembleia Legislativa. Por seu turno o deputado Luiz Pontes (PSDB) a história da política cearense se confunde com o período de Tasso e dos Ferreira Gomes. Segundo disse, Tasso sempre lutou para eleger os irmãos Ciro e Cid Gomes.
Welington Landim entende que Cid Gomes foi correto até o último momento nessa negociação para a formação das alianças para a eleição. "Fez três encontros e o PSB deu a liberdade para ele (Cid) definir os candidatos. O caminho que o PSDB queria, de apoio do Cid para a candidatura de Tasso (ao Senado) não deu certo devido a uma composição de força", avalia.
"Quanto mais falarem de Cid mais ele vai crescer. Vamos fazer política de alto nível, trazer projetos importantes, somos um Estado pobre e precisamos de gente para agregar", argumentou.
Motivações
O vice-líder do Governo, deputado Roberto Cláudio (PSB), disse que não consegue compreender as motivações do PSDB que, para ele, tentam conduzir uma crítica "personalista de baixo nível e de humor duvidoso" a um Governo que sempre teve postura republicana e respeitosa com todas as bancadas de todos os partidos, incluindo a do PSDB.
Roberto Cláudio entende que partiu uma interpretação equivocada devido uma declaração do deputado Ivo Gomes (PSB), quando disse que o governador Cid Gomes inaugura um novo ciclo político. "Que mal há nessa declaração?", questiona, assegurando que há sim um novo ciclo político de novas ações administrativas.
Os deputados Artur Bruno, (PT), Hermínio Resende (PSL), Lula Morais (PC do B) e Guaracy Aguiar (PRB) também foram em defesa de Cid e Ciro, além do líder do Governo, deputado Nelson Martins, que destacou o trabalho de Ivo Gomes e a postura do Cid Gomes.
Fonte:Diário do Nordeste
O deputado Welington Landim (PSB) depois de dizer que o deputado Tomás Figueiredo (PSDB) é leviano e que ingrato são os tucanos que passaram mais de três anos elogiando o Governo e de repente mudam o discurso. O deputado que é líder do bloco governista respondia a discursos do deputado João Jaime, líder do PSDB e do outro tucano, Tomás Figueiredo, autor do primeiro discurso de oposição, na semana passada, parcialmente repetido na sessão de ontem.
O deputado João Jaime falou de ingratidão as destacar a trajetória política dos irmãos Ciro e Cid Gomes, com a ajuda do senador Tasso Jereissati (PSDB). Por seu turno, o deputado Tomás Figueiredo disse que "Tasso nunca tentou calar a voz das oposições cooptando quem estava contra, não comprou o silêncio conveniente, não pagou para ser bajulado".
Landim deixa claro que não houve por parte de nenhum membro da base aliada de Cid Gomes, algum tipo de manifestação de agressão ou comentário jocoso em relação à candidatura de Marcos Cals (PSDB), ou mesmo ao senador Tasso Jereissati (PSDB).
Pelo contrário, ele alega que foi o PSDB quem primeiro levantou esse tipo de comentário, destacando, por exemplo, uma afirmação de Tasso que considera grave, de que prefeitos votarão em Cid Gomes por medo, o que aponta não ser verdade.
Landim também ressalta que Cid Gomes foi eleito governador do Estado sem a ajuda do Governo, lembrando que quem estava à frente do Executivo na ocasião era o então tucano, Lúcio Alcântara, rebatendo a afirmação de Cirilo Pimenta de que os Ferreira Gomes sempre tiveram a ajuda do Governo.
Segundo Cirilo, os Ferreira Gomes usaram Tasso como "trampolim. Posso chamá-los de cupim. O cupim é aquele que come junto só com a família", fazendo alusão, também, à candidatura de Patrícia Saboya à Assembleia Legislativa. Por seu turno o deputado Luiz Pontes (PSDB) a história da política cearense se confunde com o período de Tasso e dos Ferreira Gomes. Segundo disse, Tasso sempre lutou para eleger os irmãos Ciro e Cid Gomes.
Welington Landim entende que Cid Gomes foi correto até o último momento nessa negociação para a formação das alianças para a eleição. "Fez três encontros e o PSB deu a liberdade para ele (Cid) definir os candidatos. O caminho que o PSDB queria, de apoio do Cid para a candidatura de Tasso (ao Senado) não deu certo devido a uma composição de força", avalia.
"Quanto mais falarem de Cid mais ele vai crescer. Vamos fazer política de alto nível, trazer projetos importantes, somos um Estado pobre e precisamos de gente para agregar", argumentou.
Motivações
O vice-líder do Governo, deputado Roberto Cláudio (PSB), disse que não consegue compreender as motivações do PSDB que, para ele, tentam conduzir uma crítica "personalista de baixo nível e de humor duvidoso" a um Governo que sempre teve postura republicana e respeitosa com todas as bancadas de todos os partidos, incluindo a do PSDB.
Roberto Cláudio entende que partiu uma interpretação equivocada devido uma declaração do deputado Ivo Gomes (PSB), quando disse que o governador Cid Gomes inaugura um novo ciclo político. "Que mal há nessa declaração?", questiona, assegurando que há sim um novo ciclo político de novas ações administrativas.
Os deputados Artur Bruno, (PT), Hermínio Resende (PSL), Lula Morais (PC do B) e Guaracy Aguiar (PRB) também foram em defesa de Cid e Ciro, além do líder do Governo, deputado Nelson Martins, que destacou o trabalho de Ivo Gomes e a postura do Cid Gomes.
Fonte:Diário do Nordeste
Domingos: o deputado mais influente
Um trio governista lidera com folga o ranking dos deputados estaduais mais influentes da Assembleia Legislativa. É o que mostra a edição 2010-2011 do Anuário do Ceará que será lançada na noite de amanhã. À frente de uma Casa onde a maioria – 44 dos 46 deputados - fazia parte da base aliada do governo e eleito por duas vezes presidente da Assembleia com o apoio do governador Cid Gomes, Domingos Filho (PMDB) ocupa a primeira posição no ranking dos mais influentes. O deputado foi guindado à condição de líder mais influente do parlamento estadual pela terceira vez consecutiva. Com 10 votos a mais que no ano passado, o presidente foi votado por 41 dos 45 colegas da Casa. O resultado também confirma o histórico da pesquisa : o deputado que está na presidência é apontado como o mais influente no Poder Legislativo estadual. Um dos deputados mais experientes da Assembleia, Domingos acaba de ser escolhido para compor a chapa majoritária encabeçada pelo governador Cid Gomes. Conhecido por sua capacidade de articulação e bom relacionamento com as forças políticas que fazem a composição do Legislativo, o deputado, com origem política em Tauá, na região dos Inhamuns, será candidato a vice-governador numa aliança que envolve 15 partidos, incluindo o PSB, o PT, o PMDB e o PCdoB.
Fonte:Jornal O Povo - Fábio Campos
Fonte:Jornal O Povo - Fábio Campos
Lúcio promete obras e critica governo de Cid Gomes
O candidato a governador pelo Partido da República, Lúcio Alcântara, fez discurso, nesta noite de terça-feira, durante convenção no ginásio poliesportivo da Parangaba, garantindo: não fará promessas que não possa cumprir. Esse foi o mote que ele usou para criticar a administração Cid Gomes (PSB). Na opinião de Lúcio, uma gestão cheia de promessas não cumpridas e de gastos exagerados.
Lúcio lamentou, quando de entrevista coletiva, antes dos discursos, que o governo atual mudou o nome de uma série de projetos bem sucedidos de sua época, o que qualificou como uma prática ”totalitarista”. Ele prometeu, se eleito, dar continuidade a obras que sejam, de fato, prioridades e que sejam do interesse povo.
Nesse mote, avisou que não construirá o Acquário do Ceará, um projeto “supérfluo” na ordem de R$ 200 milhões, “quando existem outras prioridades do interesse da população”. Qualificou essa iniciativa como um “absurdo” que chegou a ser ofertado em sua época de governador e que acabou sendo rejeitada por não ser prioridade num Estado que precisa de escolas, postos de saúde e outros serviços essenciais.
Lúcio Alcântara oficializou em convenção parceria com o PPS, que terá o empresário Alexandre Pereira disputando o Senado. Os dois suplentes já estão definidos: Fernanda Pessoa, filha do prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa, na primeira suplência; e Régis Medeiros, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih) na segunda suplência.
Na lista de candidatos a cargos proporcionais, aparece o sanfoneiro dedim Gouveia. Ele postulará cadeira de deputado estadual.
O que mais chamou a atenção na convenção foi a parceria lucista com Dilma Rousseff. O cenário foi praticamente tomado pro banners com o nome da candidata a presidente da República pelo PT. Quem não soubesse, pensaria estar num encontro petista.
A convenção foi das mais organizadas em todos os sentidos. Com um pouco de atraso do candidato na hora de chegar ao palanque, em razão da coletiva, mas perfeita em termos de segurança e infraestrutura. Na área externa, uma equipe controlava a área e este repórter até reencontrou que trabalhou na época dos governos de Tasso Jereissati.
Lúcio compareceu ao lado de sua mulher, Beatriz, da irmão, Lúcia, e do filho, o deputado federal Léo Alcântara que nos revelou: desistiu da reeleição. “Só vou trabalhar na campanha do papai!” - disse.
Fonte:Jornal O Povo
Lúcio lamentou, quando de entrevista coletiva, antes dos discursos, que o governo atual mudou o nome de uma série de projetos bem sucedidos de sua época, o que qualificou como uma prática ”totalitarista”. Ele prometeu, se eleito, dar continuidade a obras que sejam, de fato, prioridades e que sejam do interesse povo.
Nesse mote, avisou que não construirá o Acquário do Ceará, um projeto “supérfluo” na ordem de R$ 200 milhões, “quando existem outras prioridades do interesse da população”. Qualificou essa iniciativa como um “absurdo” que chegou a ser ofertado em sua época de governador e que acabou sendo rejeitada por não ser prioridade num Estado que precisa de escolas, postos de saúde e outros serviços essenciais.
Lúcio Alcântara oficializou em convenção parceria com o PPS, que terá o empresário Alexandre Pereira disputando o Senado. Os dois suplentes já estão definidos: Fernanda Pessoa, filha do prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa, na primeira suplência; e Régis Medeiros, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih) na segunda suplência.
Na lista de candidatos a cargos proporcionais, aparece o sanfoneiro dedim Gouveia. Ele postulará cadeira de deputado estadual.
O que mais chamou a atenção na convenção foi a parceria lucista com Dilma Rousseff. O cenário foi praticamente tomado pro banners com o nome da candidata a presidente da República pelo PT. Quem não soubesse, pensaria estar num encontro petista.
A convenção foi das mais organizadas em todos os sentidos. Com um pouco de atraso do candidato na hora de chegar ao palanque, em razão da coletiva, mas perfeita em termos de segurança e infraestrutura. Na área externa, uma equipe controlava a área e este repórter até reencontrou que trabalhou na época dos governos de Tasso Jereissati.
Lúcio compareceu ao lado de sua mulher, Beatriz, da irmão, Lúcia, e do filho, o deputado federal Léo Alcântara que nos revelou: desistiu da reeleição. “Só vou trabalhar na campanha do papai!” - disse.
Fonte:Jornal O Povo
Corregedor eleitoral suspende propaganda do PSDB
O corregedor-geral eleitoral, ministro Aldir Passarinho Junior, suspendeu nesta terça-feira (29) a inserção de propaganda do PSDB em rádio e TV por tempo indeterminado.
Atendendo a pedido do PT, o ministro considerou que a inserção televisiva veiculada no sábado (26) é propaganda eleitoral antecipada do candidato tucano ao Planalto, José Serra.
De acordo com o corregedor, a inserção tem o objetivo de “realizar exclusiva promoção do sr. José Serra, com a exibição de realizações a ele atribuídas, rematadas pelas frases: 'José Serra, quem tem história, faz a diferença', 'Quem compara vai de Serra'”.
O PSDB tem cinco dias para apresentar defesa. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda vai se pronunciar sobre a decisão do corregedor.
Fonte:Congresso em foco
Atendendo a pedido do PT, o ministro considerou que a inserção televisiva veiculada no sábado (26) é propaganda eleitoral antecipada do candidato tucano ao Planalto, José Serra.
De acordo com o corregedor, a inserção tem o objetivo de “realizar exclusiva promoção do sr. José Serra, com a exibição de realizações a ele atribuídas, rematadas pelas frases: 'José Serra, quem tem história, faz a diferença', 'Quem compara vai de Serra'”.
O PSDB tem cinco dias para apresentar defesa. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda vai se pronunciar sobre a decisão do corregedor.
Fonte:Congresso em foco
Vereador agride jornalista do SBT no MT e câmeras registram ação
A jornalista Márcia Pache, da TV Centro-Oeste - filiada do SBT na cidade de Pontes e Lacerda, Mato Grosso - foi agredida pelo vereador Lorivaldo Rodrigues de Moraes (DEM- MT), conhecido como Kirrarinha, quando tentava entrevistar o parlamentar na última segunda-feira (28). Márcia levou um tapa no rosto, registrado pelas câmeras da equipe que a acompanhava.
Fonte:Portal Imprensa
Fonte:Portal Imprensa
“Minha candidatura não é de revanche”, diz Lúcio
O Partido da República (PR) realizou convenção hoje (29) no ginásio da Parangaba, para oficializar a candidatura de Lúcio Alcântara, ao governo do Estado. A chapa é resultado da coligação com o PPS e inclui ainda as candidaturas dos empresários Claudio Vale, para vice governador e Alexandre Pereira para a vaga de senador.
Não é Revanche
Antes de iniciar os discursos na convenção, Lúcio Alcântara, concedeu entrevista à imprensa. Na ocasião disse que sua candidatura “não é de revanche. Não temos oposição contra pessoas. Mas temos divergências quanto a forma de administrar”.
Mesquinharia
Lúcio falou ainda que o governo Cid continuou obras iniciadas em sua administração e que considera “mesquinharia” o fato da atual administração ter “renegado ou escondido a paternidade dessas obras”. O candidato do PR citou como exemplo o metrô do Cariri (antes chamado de Trem do Cariri), o primeiro e 70% do segundo trecho do Eixão das águas.
Lúcio afirmou que se voltar ao governo é a favor da continuidade das obras “para o bem da população” e disparou: “O que eu lamento é que muitas vezes o atual governo age como se quisesse apagar a história, apagar a memória. Lembra até o totalitarismo soviético que chegava a apagar a imagem das pessoas”, criticou.
O ex-governador e atual candidato, garantiu também que, se for mais uma vez eleito, dará continuidade as obras que estiverem em andamento. A única excessão, segundo Lúcio, seria o Acquário do Ceará. “Acho um absurdo pedir dinheiro emprestado para construir uma obra que considero supérfula”, reprovou.
Falácia
O candidato do PR, lembrou que em 2006, quando foi derrotado por Cid Gomes, as pesquisas de opinião afirmavam que ele tinha uma aprovação de 65% entre bom e ótimo. E revelou aos jornalistas que hoje é abordado pela população sempre que visita o interior.“Eles me dizem assim: Dr. Lúcio me desculpe. Eu fui enganado, eu fui iludido”.
Lúcio admitiu que quando via na TV, durante propaganda eleitoral, os projetos de Cid “achava bonito, cheguei a pensar em votar nele”, ironizou concluindo que “infelizmente vimos que aquilo era uma falácia”, em referência ao projeto Ronda do Quarteirão.
Cid x Lúcio
Questionado sobre as principais diferenças entre os governos Lúcio e Cid, o republicano disparou “da água para o vinho. São formas de ver a coisa pública completamente diferente”.
A esposa de Lúcio, Beatriz Alcântara, discursou durante a convenção e disse que foi convencida de que seu marido precisava entrar na disputa. Ela comparou a decisão de abraçar a candidatura como um “ponto” que dá sentido aos números “é a diferença que faz tantos zeros se tornarem um milhão” e que na política esse ponto representava “Um ponto de honra, um ponto de ordem” na atual conjuntura do Estado.
Fonte:Jangadeiro
Não é Revanche
Antes de iniciar os discursos na convenção, Lúcio Alcântara, concedeu entrevista à imprensa. Na ocasião disse que sua candidatura “não é de revanche. Não temos oposição contra pessoas. Mas temos divergências quanto a forma de administrar”.
Mesquinharia
Lúcio falou ainda que o governo Cid continuou obras iniciadas em sua administração e que considera “mesquinharia” o fato da atual administração ter “renegado ou escondido a paternidade dessas obras”. O candidato do PR citou como exemplo o metrô do Cariri (antes chamado de Trem do Cariri), o primeiro e 70% do segundo trecho do Eixão das águas.
Lúcio afirmou que se voltar ao governo é a favor da continuidade das obras “para o bem da população” e disparou: “O que eu lamento é que muitas vezes o atual governo age como se quisesse apagar a história, apagar a memória. Lembra até o totalitarismo soviético que chegava a apagar a imagem das pessoas”, criticou.
O ex-governador e atual candidato, garantiu também que, se for mais uma vez eleito, dará continuidade as obras que estiverem em andamento. A única excessão, segundo Lúcio, seria o Acquário do Ceará. “Acho um absurdo pedir dinheiro emprestado para construir uma obra que considero supérfula”, reprovou.
Falácia
O candidato do PR, lembrou que em 2006, quando foi derrotado por Cid Gomes, as pesquisas de opinião afirmavam que ele tinha uma aprovação de 65% entre bom e ótimo. E revelou aos jornalistas que hoje é abordado pela população sempre que visita o interior.“Eles me dizem assim: Dr. Lúcio me desculpe. Eu fui enganado, eu fui iludido”.
Lúcio admitiu que quando via na TV, durante propaganda eleitoral, os projetos de Cid “achava bonito, cheguei a pensar em votar nele”, ironizou concluindo que “infelizmente vimos que aquilo era uma falácia”, em referência ao projeto Ronda do Quarteirão.
Cid x Lúcio
Questionado sobre as principais diferenças entre os governos Lúcio e Cid, o republicano disparou “da água para o vinho. São formas de ver a coisa pública completamente diferente”.
A esposa de Lúcio, Beatriz Alcântara, discursou durante a convenção e disse que foi convencida de que seu marido precisava entrar na disputa. Ela comparou a decisão de abraçar a candidatura como um “ponto” que dá sentido aos números “é a diferença que faz tantos zeros se tornarem um milhão” e que na política esse ponto representava “Um ponto de honra, um ponto de ordem” na atual conjuntura do Estado.
Fonte:Jangadeiro
Consumo cresce seis vezes em 50 anos
Que o consumo vem crescendo, todos sabemos. As dimensões é que assustam. Em 2006, pessoas no mundo todo gastaram US$ 30,5 trilhões em bens e serviços (em dólares de 2008). Em 1996, esse número foi de US$ 23,9 trilhões e em 1960 a humanidade consumiu o equivalente a US$ 4,9 trilhões. Só em 2008, pessoas no mundo todo compraram 68 milhões de veículos, 85 milhões de geladeiras, 297 milhões de computadores e 1,2 bilhão de telefones móveis (celulares).
Parte desse aumento é resultante do crescimento populacional, mas o número de seres humanos cresceu apenas a uma razão de 2,2 entre 1960 e 2006. Estas são algumas das conclusões do relatório "O Estado do Mundo", publicado pelo The Worldwatch Institute com versão brasileira confeccionada e divulgada pelo Instituto Akatu pelo Consumo Consciente nesta quarta-feira (30.06).
"O relatório é bastante contundente, mas o que mais chama atenção é o fato do consumo ter crescido seis vezes ao mesmo tempo em que a população cresceu apenas 2,2 vezes. Quer dizer: o consumo por pessoa cresceu três vezes nos últimos 50 anos", destaca o presidente do Instituto Akatu, Hélio Mattar.
Segundo o relatório, com o aumento da renda discricionária, as pessoas passaram a gastar mais em bens de consumo: alimentos mais pesados, moradias maiores, televisões, carros, computadores e viagens de avião.
"A inclusão das classes menos favorecidas na sociedade de consumo é um fato, mas não explica o crescimento desmesurado do consumo. Essa população está acrescentando bens como o celular e o computador a seu rol de produtos. Mas o relatório mostra que os 16% mais ricos do mundo são responsáveis por cerca de 78% do total do consumo mundial. O que quer dizer que os 84% restantes são responsáveis por apenas 22% do total do consumo que se observa hoje no planeta", diz Mattar.
De acordo com um estudo do ecologista de Princeton Stephen Pacala, os 500 milhões de pessoas mais ricas do mundo (aproximadamente 7% da população mundial) são atualmente responsáveis por 50% das emissões globais de dióxido de carbono, enquanto os 3 bilhões mais pobres são responsáveis por apenas 6%.
Desperdício
A velocidade com que os produtos duráveis ficam 'obsoletos' vem aumentando. E o desperdício aumentou também. Um bom exemplo são os aparelhos celulares. Em 2007, as pesquisas indicavam que o brasileiro trocava de celular, em média, a cada dois anos. Hoje, troca a cada 1,3 ano. "As companhias induzem a troca e os consumidores compram o peixe. As pequenas modificações que são feitas nos aparelhos não são realmente relevantes, mas o consumidor as considera importantes e acaba fazendo a troca", afirma Mattar.
O resultado de tanto desperdício é que o uso dos recursos naturais está ultrapassando a capacidade que o planeta tem de provê-los. Entre 1950 e 2005, por exemplo, a produção de metais cresceu seis vezes, a de petróleo, oito, e o consumo de gás natural, 14 vezes.
Hoje, são extraídas 60 bilhões de toneladas de recursos anualmente – cerca de 50% a mais do que há apenas 30 anos. O europeu médio usa 43 quilos de recursos diariamente, e o americano médio, 88 quilos. Atualmente, o mundo extrai o equivalente a 112 edifícios Empire State da Terra a cada dia.
Em 2005, a Avaliação Ecossistêmica do Milênio (MA), concluiu que aproximadamente 60% dos serviços providos por ecossistema – regulação do clima, abastecimento de água doce, tratamento de detritos, alimentos de pesqueiros e muitos outros serviços – estavam sendo degradados ou usados de modo não sustentável.
Segundo o relatório, as mudanças em um dos serviços do ecossistema em particular – regulação do clima – são especialmente alarmantes. Depois de permanecer em níveis estáveis nos últimos 1.000 anos, aproximadamente 280 partes por milhão, as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) estão hoje em 385 partes por milhão.
Fonte:O Estadão
Parte desse aumento é resultante do crescimento populacional, mas o número de seres humanos cresceu apenas a uma razão de 2,2 entre 1960 e 2006. Estas são algumas das conclusões do relatório "O Estado do Mundo", publicado pelo The Worldwatch Institute com versão brasileira confeccionada e divulgada pelo Instituto Akatu pelo Consumo Consciente nesta quarta-feira (30.06).
"O relatório é bastante contundente, mas o que mais chama atenção é o fato do consumo ter crescido seis vezes ao mesmo tempo em que a população cresceu apenas 2,2 vezes. Quer dizer: o consumo por pessoa cresceu três vezes nos últimos 50 anos", destaca o presidente do Instituto Akatu, Hélio Mattar.
Segundo o relatório, com o aumento da renda discricionária, as pessoas passaram a gastar mais em bens de consumo: alimentos mais pesados, moradias maiores, televisões, carros, computadores e viagens de avião.
"A inclusão das classes menos favorecidas na sociedade de consumo é um fato, mas não explica o crescimento desmesurado do consumo. Essa população está acrescentando bens como o celular e o computador a seu rol de produtos. Mas o relatório mostra que os 16% mais ricos do mundo são responsáveis por cerca de 78% do total do consumo mundial. O que quer dizer que os 84% restantes são responsáveis por apenas 22% do total do consumo que se observa hoje no planeta", diz Mattar.
De acordo com um estudo do ecologista de Princeton Stephen Pacala, os 500 milhões de pessoas mais ricas do mundo (aproximadamente 7% da população mundial) são atualmente responsáveis por 50% das emissões globais de dióxido de carbono, enquanto os 3 bilhões mais pobres são responsáveis por apenas 6%.
Desperdício
A velocidade com que os produtos duráveis ficam 'obsoletos' vem aumentando. E o desperdício aumentou também. Um bom exemplo são os aparelhos celulares. Em 2007, as pesquisas indicavam que o brasileiro trocava de celular, em média, a cada dois anos. Hoje, troca a cada 1,3 ano. "As companhias induzem a troca e os consumidores compram o peixe. As pequenas modificações que são feitas nos aparelhos não são realmente relevantes, mas o consumidor as considera importantes e acaba fazendo a troca", afirma Mattar.
O resultado de tanto desperdício é que o uso dos recursos naturais está ultrapassando a capacidade que o planeta tem de provê-los. Entre 1950 e 2005, por exemplo, a produção de metais cresceu seis vezes, a de petróleo, oito, e o consumo de gás natural, 14 vezes.
Hoje, são extraídas 60 bilhões de toneladas de recursos anualmente – cerca de 50% a mais do que há apenas 30 anos. O europeu médio usa 43 quilos de recursos diariamente, e o americano médio, 88 quilos. Atualmente, o mundo extrai o equivalente a 112 edifícios Empire State da Terra a cada dia.
Em 2005, a Avaliação Ecossistêmica do Milênio (MA), concluiu que aproximadamente 60% dos serviços providos por ecossistema – regulação do clima, abastecimento de água doce, tratamento de detritos, alimentos de pesqueiros e muitos outros serviços – estavam sendo degradados ou usados de modo não sustentável.
Segundo o relatório, as mudanças em um dos serviços do ecossistema em particular – regulação do clima – são especialmente alarmantes. Depois de permanecer em níveis estáveis nos últimos 1.000 anos, aproximadamente 280 partes por milhão, as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) estão hoje em 385 partes por milhão.
Fonte:O Estadão
Liminar do TSE suspende condenação a Garotinho, mas decisão não atinge Rosinha; PR faz convenção nesta quarta-feira
BRASÍLIA - O ministro Marcelo Ribeiro, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu nesta terça-feira, em caráter liminar, a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio , que tornou inelegível o ex-governador do estado Anthony Garotinho. A decisão tem validade até que o mérito do recurso seja julgado pelo plenário do próprio TSE. Desta forma, Garotinho pode se inscrever para a disputa ao governo do estado. A convenção do PR acontece nesta quarta-feira e o prazo para a inscrição de candidaturas termina no próximo dia 5. A decisão não atinge os outros condenados no processo, como a prefeita de Campos, Rosinha Garotinho.
"Não quer dizer que esteja julgando o ato. Eu mesmo posso mudar de opinião durante o julgamento do mérito. O que vejo agora é que o recurso é plausível", ressaltou o ministro, na decisão.
De acordo com Marcelo Ribeiro, existe controvérsia sobre o mérito da ação, uma vez que as supostas irregularidades cometidas por Garotinho ocorreram antes da sanção da nova Lei de Inelegibilidade, aprovada este ano pelo Congresso.
"Assim, embora considere que o acórdão recorrido, porque não transitado em julgado, não tem eficácia imediata, ou seja, não deve, até que ocorra o referido trânsito, ser executado, o fato é que há opiniões respeitáveis em sentido contrário, propugnando a imediata aplicação da LC n 135/2010 a todos os processos, inclusive os de caráter eleitoral ajuizados anteriormente à sua vigência", afirma o ministro em seu relatório.
O casal Garotinho foi punido por utilizar um jornal e uma rádio do grupo Diário na campanha pela Prefeitura de Campos, em 2008, conduta considerada proibida pelo Código Eleitoral por tornar desigual a disputa pelo mandato. Arnaldo Viana e Alexandre Mocaiber ficaram inelegíveis pela mesma irregularidade. Adversário derrotado por Rosinha na campanha eleitoral, Arnaldo Viana foi beneficiado, segundo o TRE, pelo grupo de comunicação Folha da Manhã, de Campos.
Na petição, advogados pediram pressa
Para salvar a candidatura, os advogados de Garotinho apresentaram uma petição, argumentando que os motivos pelos quais a ação de inelegibilidade foi aceita pelo TRE não configuraram qualquer tipo de "desequilíbrio" na disputa eleitoral. "O único fato por ele praticado não caracteriza uso indevido de meio de comunicação social, muito menos abuso de poder econômico, e não possui gravidade ou potencialidade para desequilibrar as eleições de 2008, nem justificar a gravíssima sanção aplicada pelo tribunal do Rio, que tem suscitado dúvidas sobre sua possibilidade de disputar as eleições deste ano", diz o documento.
Na petição, anexada ao embargo de declaração que tramitava no TSE, os advogados do ex-governador ainda pediam pressa na análise do recurso, temendo que o ex-governador perdesse o prazo legal para a inscrição da candidatura, caso saísse vitorioso da disputa judicial. "O requerente se preocupa com a possibilidade de o acordão relativo ao julgamento dos embargos de declaração não vir a ser publicado ainda neste semestre, a tempo de seus termos serem conhecidos antes do prazo de 5 de julho, prazo para registro dos candidatos nas eleições de 2010", pondera o documento.
No último dia 22, o ministro Marcelo Ribeiro negou ação cautelar para anular a decisão do TRE-RJ, sob o argumento que não poderia se pronunciar sobre o caso antes do julgamento do último recurso na justiça estadual, que ocorreu na última segunda-feira.
Fonte:O Globo
"Não quer dizer que esteja julgando o ato. Eu mesmo posso mudar de opinião durante o julgamento do mérito. O que vejo agora é que o recurso é plausível", ressaltou o ministro, na decisão.
De acordo com Marcelo Ribeiro, existe controvérsia sobre o mérito da ação, uma vez que as supostas irregularidades cometidas por Garotinho ocorreram antes da sanção da nova Lei de Inelegibilidade, aprovada este ano pelo Congresso.
"Assim, embora considere que o acórdão recorrido, porque não transitado em julgado, não tem eficácia imediata, ou seja, não deve, até que ocorra o referido trânsito, ser executado, o fato é que há opiniões respeitáveis em sentido contrário, propugnando a imediata aplicação da LC n 135/2010 a todos os processos, inclusive os de caráter eleitoral ajuizados anteriormente à sua vigência", afirma o ministro em seu relatório.
O casal Garotinho foi punido por utilizar um jornal e uma rádio do grupo Diário na campanha pela Prefeitura de Campos, em 2008, conduta considerada proibida pelo Código Eleitoral por tornar desigual a disputa pelo mandato. Arnaldo Viana e Alexandre Mocaiber ficaram inelegíveis pela mesma irregularidade. Adversário derrotado por Rosinha na campanha eleitoral, Arnaldo Viana foi beneficiado, segundo o TRE, pelo grupo de comunicação Folha da Manhã, de Campos.
Na petição, advogados pediram pressa
Para salvar a candidatura, os advogados de Garotinho apresentaram uma petição, argumentando que os motivos pelos quais a ação de inelegibilidade foi aceita pelo TRE não configuraram qualquer tipo de "desequilíbrio" na disputa eleitoral. "O único fato por ele praticado não caracteriza uso indevido de meio de comunicação social, muito menos abuso de poder econômico, e não possui gravidade ou potencialidade para desequilibrar as eleições de 2008, nem justificar a gravíssima sanção aplicada pelo tribunal do Rio, que tem suscitado dúvidas sobre sua possibilidade de disputar as eleições deste ano", diz o documento.
Na petição, anexada ao embargo de declaração que tramitava no TSE, os advogados do ex-governador ainda pediam pressa na análise do recurso, temendo que o ex-governador perdesse o prazo legal para a inscrição da candidatura, caso saísse vitorioso da disputa judicial. "O requerente se preocupa com a possibilidade de o acordão relativo ao julgamento dos embargos de declaração não vir a ser publicado ainda neste semestre, a tempo de seus termos serem conhecidos antes do prazo de 5 de julho, prazo para registro dos candidatos nas eleições de 2010", pondera o documento.
No último dia 22, o ministro Marcelo Ribeiro negou ação cautelar para anular a decisão do TRE-RJ, sob o argumento que não poderia se pronunciar sobre o caso antes do julgamento do último recurso na justiça estadual, que ocorreu na última segunda-feira.
Fonte:O Globo
Sobe para 57 o número de mortes causadas por enchentes no Nordeste
Brasília – Subiu para 57 o número de mortes em decorrência das enchentes no Nordeste. Em Alagoas, o número de óbitos passou de 34 para 37, de acordo com último balanço divulgado pela Secretaria Nacional de Defesa Civil no começo da tarde de hoje (29). O estado tem 69 pessoas desaparecidas. Em Pernambuco, foram registrados 20 falecimentos.
Quatro municípios decretaram situação de emergência e 15 estado de calamidade pública em Alagoas, onde há 26.618 desabrigados e 47.897 desalojados. Em Pernambuco, são 27 cidades em situação de emergência e 12 em estado de calamidade pública. O número de desabrigados e desalojados é de 26.966 e 55.643, respectivamente, no estado.
A Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco divulgou que 4.478 quilômetros de estradas e 142 pontes estão comprometidas no estado.
Fonte:Agência Brasil
Quatro municípios decretaram situação de emergência e 15 estado de calamidade pública em Alagoas, onde há 26.618 desabrigados e 47.897 desalojados. Em Pernambuco, são 27 cidades em situação de emergência e 12 em estado de calamidade pública. O número de desabrigados e desalojados é de 26.966 e 55.643, respectivamente, no estado.
A Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco divulgou que 4.478 quilômetros de estradas e 142 pontes estão comprometidas no estado.
Fonte:Agência Brasil
Juízes e integrantes do Ministério Público defendem férias de 60 dias
Sem carga horária definida em lei, o trabalho de juízes e integrantes do Ministério Público é desenvolvido em jornadas extenuantes que não raro se prolongam pela vida doméstica, fins de semana e feriados. Com esse argumento central, representantes das duas categorias defenderam em audiência pública, nesta terça-feira (29), a aprovação de proposta de emenda à Constituição (PEC 48/09) que garante, para juízes e membros do MP, férias de 60 dias: o habitual período individual de 30 dias e o restabelecimento das férias coletivas de igual duração extinta pela Reforma do Judiciário, em 2004.
Os defensores públicos também se alinharam em defesa da medida que pode vir a beneficiar também esse grupo, caso prevaleça emenda que o relator, senador Antônio Carlos, incorporou ao texto original da PEC, uma iniciativa do senador Valter Pereira (PMDB-MS). Outra manifestação favorável veio do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante. É que o retorno das férias coletivas, ao suspender a tramitação dos processos, garantirá aos advogados a possibilidade de também desfrutarem de férias sem o risco de perder prazos judiciais.
- A proposta merece nosso aval no sentido de que também resgata o direito da advocacia de ter seu tempo de férias e descanso respeitado - destacou Cavalcante.
O texto original sugeria que o período de férias coletivas seria de 2 a 31 de janeiro, sendo proibida a conversão em abono pecuniário. No entanto, depois de questionamentos anteriores na CCJ, Antônio Carlos Valadares acabou optando pelo intervalo de 20 de dezembro a 20 de janeiro, incorporando o tradicional recesso forense entre o Natal e o Ano Novo. Do contrário, o período de férias seria mais extenso.
Os convidados rejeitaram a interpretação de que o restabelecimento das férias coletivas seria um privilégio. Para o presidente da Associação Nacional do Ministério Público (CONAMP), César Bechara Mattar Júnior, essa medida está "arraigada na tradição", sendo condizente com as características específicas das carreiras jurídicas. O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Antonio Carlos Bigonha, aproveitou para citar países que também adotam férias prolongadas para juízes e promotores.
- É bom que fique claro que o tratamento dado ao tema no ordenamento jurídico brasileiro não é discrepante de países que podem ser tomados com paradigma - afirmou.
Aperfeiçoamento profissional
Todos destacaram que as carreiras jurídicas envolvem pesadas responsabilidades e demandas. Conforme o representante da Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE), Ivo Rei Júnior, o juiz não se desliga do trabalho ao deixar o trabalho. "Cada processo sensível e delicado nos acompanha à nossa casa, quando tentamos pegar no sono, ou quando saímos de férias", observou. Ele foi mais um a chamar a atenção para a necessidade permanente de estudos e aperfeiçoamentos.
- Há uma necessidade de constante atualização doutrinária, de ter contato com campos de conhecimento que não são concernentes apenas ao campo jurídico - disse Ivo Rei.
O presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Luciano Atayde Chaves, destacou que os integrantes das carreiras jurídicas já não são "os melhores salários da Justiça", podendo perder mais prestígio e atratividade se consideradas ainda as condições de trabalho e as exigências crescentes quanto a desempenho e produtividade. Na mesma linha, o representante da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Airton Mozart Valadares Pires, criticou a tendência de se nivelar as categorias do campo do jurídico ao padrão burocrático geral, para ele o caminho para o "caos final".
- Nesse momento, vão se dirigir às essas profissões apenas os fracassados, aqueles que não conseguirem sucesso em suas atividades privadas - afirmou Valadares Pires.
Na coordenação da audiência, o senador Valter Pereira classificou de equívoco as interpretações que teriam sido dadas inicialmente à PEC, apontado como um meio de estabelecimento de "privilégio para a magistratura". Segundo ele, a proposta foi ainda motivada pelo propósito de oferecer aos advogados, formada por maioria de profissionais autônomos, a possibilidade de contar com um período anual de férias.
Participaram ainda da audiência o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e André Luiz Machado de Castro, presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos - ANADEP.
Fonte:Agência Senado
Os defensores públicos também se alinharam em defesa da medida que pode vir a beneficiar também esse grupo, caso prevaleça emenda que o relator, senador Antônio Carlos, incorporou ao texto original da PEC, uma iniciativa do senador Valter Pereira (PMDB-MS). Outra manifestação favorável veio do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante. É que o retorno das férias coletivas, ao suspender a tramitação dos processos, garantirá aos advogados a possibilidade de também desfrutarem de férias sem o risco de perder prazos judiciais.
- A proposta merece nosso aval no sentido de que também resgata o direito da advocacia de ter seu tempo de férias e descanso respeitado - destacou Cavalcante.
O texto original sugeria que o período de férias coletivas seria de 2 a 31 de janeiro, sendo proibida a conversão em abono pecuniário. No entanto, depois de questionamentos anteriores na CCJ, Antônio Carlos Valadares acabou optando pelo intervalo de 20 de dezembro a 20 de janeiro, incorporando o tradicional recesso forense entre o Natal e o Ano Novo. Do contrário, o período de férias seria mais extenso.
Os convidados rejeitaram a interpretação de que o restabelecimento das férias coletivas seria um privilégio. Para o presidente da Associação Nacional do Ministério Público (CONAMP), César Bechara Mattar Júnior, essa medida está "arraigada na tradição", sendo condizente com as características específicas das carreiras jurídicas. O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Antonio Carlos Bigonha, aproveitou para citar países que também adotam férias prolongadas para juízes e promotores.
- É bom que fique claro que o tratamento dado ao tema no ordenamento jurídico brasileiro não é discrepante de países que podem ser tomados com paradigma - afirmou.
Aperfeiçoamento profissional
Todos destacaram que as carreiras jurídicas envolvem pesadas responsabilidades e demandas. Conforme o representante da Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE), Ivo Rei Júnior, o juiz não se desliga do trabalho ao deixar o trabalho. "Cada processo sensível e delicado nos acompanha à nossa casa, quando tentamos pegar no sono, ou quando saímos de férias", observou. Ele foi mais um a chamar a atenção para a necessidade permanente de estudos e aperfeiçoamentos.
- Há uma necessidade de constante atualização doutrinária, de ter contato com campos de conhecimento que não são concernentes apenas ao campo jurídico - disse Ivo Rei.
O presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Luciano Atayde Chaves, destacou que os integrantes das carreiras jurídicas já não são "os melhores salários da Justiça", podendo perder mais prestígio e atratividade se consideradas ainda as condições de trabalho e as exigências crescentes quanto a desempenho e produtividade. Na mesma linha, o representante da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Airton Mozart Valadares Pires, criticou a tendência de se nivelar as categorias do campo do jurídico ao padrão burocrático geral, para ele o caminho para o "caos final".
- Nesse momento, vão se dirigir às essas profissões apenas os fracassados, aqueles que não conseguirem sucesso em suas atividades privadas - afirmou Valadares Pires.
Na coordenação da audiência, o senador Valter Pereira classificou de equívoco as interpretações que teriam sido dadas inicialmente à PEC, apontado como um meio de estabelecimento de "privilégio para a magistratura". Segundo ele, a proposta foi ainda motivada pelo propósito de oferecer aos advogados, formada por maioria de profissionais autônomos, a possibilidade de contar com um período anual de férias.
Participaram ainda da audiência o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e André Luiz Machado de Castro, presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos - ANADEP.
Fonte:Agência Senado
terça-feira, 29 de junho de 2010
A politica do Ceará nos eixos
A dinâmica colocou a política do Ceará em seus eixos, digamos, naturais. Fez-se somente agora o que a maior parte do eleitorado queria. Em 2006, o eleitor elegeu a aliança PSB-PT-PMDB-PCdoB para comandar o Governo do Ceará e mandou o PSDB e o ex-governador Lúcio Alcântara para a oposição. Na prática, a nossa política não quis entender o recado dos eleitores. A alienação diante dos fatos durou três anos e seis meses. Durou até que a política obrigasse que as luzes fossem jogadas sobre as intenções dos atores. Porém, as intenções individuais não conseguiram mais desconhecer as evidências. Tasso Jereissati e seu PSDB deixaram a área de influência do Governo e lançaram candidato a governador. Lúcio Alcântara assumiu de vez e de forma objetiva o seu papel de opositor e se lançou candidato ao Governo do Ceará. Agora, é colocar os projetos e pontos de vista para a análise dos eleitores. Eles, soberanos, é que decidem. A temporada de apostas está aberta. Leiam 2010 de olho em 2012. O que vai acontecer agora desenhará os rumos de 2012.
Fonte:O Povo - Fábio Campos
Fonte:O Povo - Fábio Campos
População revoltada com o péssimo atendimento em saúde.Resultadoda prepotência e incompetência dos gestores.
Como está o atendimento de saúde em Boa Viagem?
Péssimo. 23 (82%)
Regular. 1 (3%)
Bom. 0 (0%)
Ótimo. 4 (14%)
Essa situação expressa, a só tempo, a prepotência dos que administram o serviço de saúde de Boa Viagem, a partir do principal dirigente que é, ou deveria ser, o prefeito municipal. O pior é que sómente um médico, o padrinho da nomeação da Secretária de Saúde, ganha por mês do sofrido povo de Boa Viagem o dinheiro suficiente para pagar aproximadamente 80 (oitenta) auxiliares de enfermagem. VERGONHA!
Fonte:Blog da Liberdade
Péssimo. 23 (82%)
Regular. 1 (3%)
Bom. 0 (0%)
Ótimo. 4 (14%)
Essa situação expressa, a só tempo, a prepotência dos que administram o serviço de saúde de Boa Viagem, a partir do principal dirigente que é, ou deveria ser, o prefeito municipal. O pior é que sómente um médico, o padrinho da nomeação da Secretária de Saúde, ganha por mês do sofrido povo de Boa Viagem o dinheiro suficiente para pagar aproximadamente 80 (oitenta) auxiliares de enfermagem. VERGONHA!
Fonte:Blog da Liberdade
Quando tudo dá errado
É impressionante como tudo parece dar errado numa campanha quando seu candidato começa a perder terreno para o adversário. É como se algum fenômeno começasse a embotar a inteligência das pessoas fazendo com que os estrategistas cometam erros inacreditáveis. Nas eleições passadas, houve a armadilha do PT em cima de Geraldo Alckmin sobre a privatização das estatais. Alckmin engoliu a isca e reagiu vestindo aquele inesquecível macacão amarelo cheio de adesivos de Petrobras, Banco do Brasil, etc. Parecia o Rubinho Pé de Chinelo do Casseta & Planeta. O eleitor não perdoou: Alckmin cometeu a façanha de ter menos votos no segundo turno do que tivera no primeiro.
A novela do PSDB sobre o vice de Serra é uma dessas histórias inacreditáveis que não se consegue entender como avança, nem como cada desdobramento parece ser pior que o momento anterior. Os eleitores de Dilma Rousseff não param de dar risada.
Para os aliados de Aécio Neves no PSDB, é uma estratégia errada desde o início. Se a cúpula do PSDB tivesse permitido a disputa interna que Aécio pregava poderia ter dado uma outra dinâmica à hoje capenga campanha de Serra. Se no final do ano passou, ou no início deste ano, tivesse acontecido a prévia que Aécio propôs, o PSDB teria conseguido com ela criar um fato para neutralizar o amplo espaço favorável a Dilma que ela obteve nesse período. Quando o presidente Lula pôs Dilma debaixo do braço e correu com sua candidata pelo Brasil inaugurando obras, o PSDB ficou parado, vendo o governo criar fatos que a imprensa – por mais boa vontade que tenha por Serra – não podia ignorar. A prévia geraria um fato paralelo, que concorreria com as inaugurações-comícios de Lula e de Dilma. Primeiro erro.
Se a disputa interna no PSDB acontecesse de forma civilizada e democrática, talvez ela acabasse por gerar o ambiente para se criar a tal chapa dos sonhos. Ao final de uma disputa democrática à qual perdesse, Aécio poderia, então ceder, e tornar-se o vice de Serra. A cúpula tucana não permitiu a disputa e impôs Serra. Aécio foi derrotado em seus pontos de vista, atropelado. Não houve a verificação da sua tese de que nas bases teria mais votos que Serra. Como a cúpula tucana foi imaginar que num processo assim, de imposição, Aécio simplesmente abaixaria a cabeça e aceitaria calado a ordem seguinte, de se tornar vice de Serra? Segundo erro.
Depois que anunciou que estava fora da disputa interna, Aécio não deu qualquer sinal de que poderia vir a aceitar ser o vice de Serra. Pelo contrário, todas as vezes em que foi abordado sobre isso, ele deixou claro que seria candidato a senador. Mas a cúpula do PSDB ficou se comportando como se não ouvisse esses avisos. Adiou ao máximo a escolha. Foi para a convenção sem definir o vice. Quando, afinal, admitiu que a chapa dos seus sonhos não aconteceria, passou uma impressão de derrota. O que, na verdade, era uma alternativa que nunca se verificou de fato virou uma opção frustrada. Esperando por um Aécio que qualquer brasileiro medianamente informado sabia que não viria, o PSDB perdeu tempo na construção de uma alternativa. Terceiro erro.
Durante oito anos, PSDB e DEM formaram a dupla de ataque da oposição brasileira. Foram os únicos partidos de expressão no país que não entraram para o governo Lula. A união desses dois partidos na disputa pela sucessão de Lula é uma coisa natural na cabeça de qualquer eleitor que se opõe ao governo. É uma aliança que não causa estranheza nenhuma. Mas o PSDB resolveu ter vergonha dela. Principalmente depois da torrente de bolsas e meias do mensalão comandado em Brasília pelo ex-governador José Roberto Arruda. O PSDB poderia ter reforçado o discurso adotado pelo DEM, de que tomou providências rápidas, expulsou Arruda, condenou os envolvidos. Em vez disso, começou a ter vergonha do DEM, embora aceitasse de bom grado os mais de dois minutos de acréscimo no tempo de TV que o parceiro lhe dava. Primeiro, tentou atrair como vice o senador Francisco Dornelles, do PP. Para, então, escolher Alvaro Dias sem consultar o DEM (ou deixando para consultar o DEM por último sem controlar o vazamento da escolha, feito primeiro por Roberto Jefferson, do PTB, e depois por Roberto Freire, do PPS).
Em respeito aos leitores, não reproduzirei aqui os palavrões que ouvi pelo telefone ontem (28) pela manhã, numa conversa com um dos principais integrantes da cúpula do DEM. Àquela altura, ele me dizia que não haveria hipótese de o DEM recuar e aceitar Alvaro Dias como o vice de Serra. Menos que a escolha do nome, que a turma do Democratas também considera errada, o problema maior foi o método. “Eles acham que nós vamos aceitar quietos entrar na campanha pela porta dos fundos? Eles que vão...”, dizia o democrata por telefone.
O DEM sempre deixou claro que aceitaria uma chapa pura tucana se ela fosse Serra e Aécio, ou vice-versa. Aliás, a primeira pessoa a falar nessa hipótese foi o ex-presidente do partido Jorge Bornhausen. “Agora, organizar uma chapa para disputar uma eleição presidencial com o propósito de resolver uma questão eleitoral no Paraná, é o fim da picada”, reclama o dirigente do DEM. “É o oposto do que vem fazendo o PT. Para garantir a aliança com o PMDB, eles enquadraram diretórios como o do Maranhão. Escolher o Alvaro Dias para resolver a campanha do Paraná parece coisa de quem já acha que perdeu a eleição presidencial”, ataca.
E, aí, se é para entrar numa campanha derrotada por baixo, o DEM já considera de fato a hipótese de ficar de fora, sem se comprometer com uma campanha em que é posto cada vez mais no papel de coadjuvante. “É claro que essa alternativa é ruim para nós. Mas é péssima para eles”, avalia o dirigente do DEM. Pelos cálculos da Justiça eleitoral, o DEM tem praticamente o mesmo tempo de TV que o PSDB. Sem o DEM, Dilma, com as alianças que fez, ficará com nada menos que 68% do tempo total da propaganda eleitoral. “Chegar a uma situação dessas revela espírito autoritário, falta de inteligência e incompetência total”, conclui o dirigente do DEM. Nem nos seus melhores sonhos Dilma poderia imaginar tanta lambança.
*É o editor-executivo do Congresso em Foco. Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília em 1986, Rudolfo Lago atua como jornalista especializado em política desde 1987. Com passagens pelos principais jornais e revistas do país, foi editor de Política do jornal Correio Braziliense, editor-assistente da revista Veja e editor especial da revista IstoÉ, entre outras funções. Vencedor de quatro prêmios de jornalismo, incluindo o Prêmio Esso, em 2000, com equipe do Correio Braziliense, pela série de reportagens que resultaram na cassação do senador Luiz Estevão.
Fonte:Congresso em foco - Rudolfo Lago
A novela do PSDB sobre o vice de Serra é uma dessas histórias inacreditáveis que não se consegue entender como avança, nem como cada desdobramento parece ser pior que o momento anterior. Os eleitores de Dilma Rousseff não param de dar risada.
Para os aliados de Aécio Neves no PSDB, é uma estratégia errada desde o início. Se a cúpula do PSDB tivesse permitido a disputa interna que Aécio pregava poderia ter dado uma outra dinâmica à hoje capenga campanha de Serra. Se no final do ano passou, ou no início deste ano, tivesse acontecido a prévia que Aécio propôs, o PSDB teria conseguido com ela criar um fato para neutralizar o amplo espaço favorável a Dilma que ela obteve nesse período. Quando o presidente Lula pôs Dilma debaixo do braço e correu com sua candidata pelo Brasil inaugurando obras, o PSDB ficou parado, vendo o governo criar fatos que a imprensa – por mais boa vontade que tenha por Serra – não podia ignorar. A prévia geraria um fato paralelo, que concorreria com as inaugurações-comícios de Lula e de Dilma. Primeiro erro.
Se a disputa interna no PSDB acontecesse de forma civilizada e democrática, talvez ela acabasse por gerar o ambiente para se criar a tal chapa dos sonhos. Ao final de uma disputa democrática à qual perdesse, Aécio poderia, então ceder, e tornar-se o vice de Serra. A cúpula tucana não permitiu a disputa e impôs Serra. Aécio foi derrotado em seus pontos de vista, atropelado. Não houve a verificação da sua tese de que nas bases teria mais votos que Serra. Como a cúpula tucana foi imaginar que num processo assim, de imposição, Aécio simplesmente abaixaria a cabeça e aceitaria calado a ordem seguinte, de se tornar vice de Serra? Segundo erro.
Depois que anunciou que estava fora da disputa interna, Aécio não deu qualquer sinal de que poderia vir a aceitar ser o vice de Serra. Pelo contrário, todas as vezes em que foi abordado sobre isso, ele deixou claro que seria candidato a senador. Mas a cúpula do PSDB ficou se comportando como se não ouvisse esses avisos. Adiou ao máximo a escolha. Foi para a convenção sem definir o vice. Quando, afinal, admitiu que a chapa dos seus sonhos não aconteceria, passou uma impressão de derrota. O que, na verdade, era uma alternativa que nunca se verificou de fato virou uma opção frustrada. Esperando por um Aécio que qualquer brasileiro medianamente informado sabia que não viria, o PSDB perdeu tempo na construção de uma alternativa. Terceiro erro.
Durante oito anos, PSDB e DEM formaram a dupla de ataque da oposição brasileira. Foram os únicos partidos de expressão no país que não entraram para o governo Lula. A união desses dois partidos na disputa pela sucessão de Lula é uma coisa natural na cabeça de qualquer eleitor que se opõe ao governo. É uma aliança que não causa estranheza nenhuma. Mas o PSDB resolveu ter vergonha dela. Principalmente depois da torrente de bolsas e meias do mensalão comandado em Brasília pelo ex-governador José Roberto Arruda. O PSDB poderia ter reforçado o discurso adotado pelo DEM, de que tomou providências rápidas, expulsou Arruda, condenou os envolvidos. Em vez disso, começou a ter vergonha do DEM, embora aceitasse de bom grado os mais de dois minutos de acréscimo no tempo de TV que o parceiro lhe dava. Primeiro, tentou atrair como vice o senador Francisco Dornelles, do PP. Para, então, escolher Alvaro Dias sem consultar o DEM (ou deixando para consultar o DEM por último sem controlar o vazamento da escolha, feito primeiro por Roberto Jefferson, do PTB, e depois por Roberto Freire, do PPS).
Em respeito aos leitores, não reproduzirei aqui os palavrões que ouvi pelo telefone ontem (28) pela manhã, numa conversa com um dos principais integrantes da cúpula do DEM. Àquela altura, ele me dizia que não haveria hipótese de o DEM recuar e aceitar Alvaro Dias como o vice de Serra. Menos que a escolha do nome, que a turma do Democratas também considera errada, o problema maior foi o método. “Eles acham que nós vamos aceitar quietos entrar na campanha pela porta dos fundos? Eles que vão...”, dizia o democrata por telefone.
O DEM sempre deixou claro que aceitaria uma chapa pura tucana se ela fosse Serra e Aécio, ou vice-versa. Aliás, a primeira pessoa a falar nessa hipótese foi o ex-presidente do partido Jorge Bornhausen. “Agora, organizar uma chapa para disputar uma eleição presidencial com o propósito de resolver uma questão eleitoral no Paraná, é o fim da picada”, reclama o dirigente do DEM. “É o oposto do que vem fazendo o PT. Para garantir a aliança com o PMDB, eles enquadraram diretórios como o do Maranhão. Escolher o Alvaro Dias para resolver a campanha do Paraná parece coisa de quem já acha que perdeu a eleição presidencial”, ataca.
E, aí, se é para entrar numa campanha derrotada por baixo, o DEM já considera de fato a hipótese de ficar de fora, sem se comprometer com uma campanha em que é posto cada vez mais no papel de coadjuvante. “É claro que essa alternativa é ruim para nós. Mas é péssima para eles”, avalia o dirigente do DEM. Pelos cálculos da Justiça eleitoral, o DEM tem praticamente o mesmo tempo de TV que o PSDB. Sem o DEM, Dilma, com as alianças que fez, ficará com nada menos que 68% do tempo total da propaganda eleitoral. “Chegar a uma situação dessas revela espírito autoritário, falta de inteligência e incompetência total”, conclui o dirigente do DEM. Nem nos seus melhores sonhos Dilma poderia imaginar tanta lambança.
*É o editor-executivo do Congresso em Foco. Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília em 1986, Rudolfo Lago atua como jornalista especializado em política desde 1987. Com passagens pelos principais jornais e revistas do país, foi editor de Política do jornal Correio Braziliense, editor-assistente da revista Veja e editor especial da revista IstoÉ, entre outras funções. Vencedor de quatro prêmios de jornalismo, incluindo o Prêmio Esso, em 2000, com equipe do Correio Braziliense, pela série de reportagens que resultaram na cassação do senador Luiz Estevão.
Fonte:Congresso em foco - Rudolfo Lago
Guimarães: Luizianne está com Cid e não abre
O PT não tem o menor rancor por ter perdido a vice-governadoria na chapa majoritária encabeçada pelo governador Cid Gomes (PSB). Quem garante é o vice-presidente do PT cearense, o deputado federal José Nobre Guimarães.
Na madrugada de domingo, horas antes da convenção conjunta do PT, PSB e PMDB, Cid anunciou que seu candidato a vice seria o deputado estadual peemedebista Domingos Filho, presidente da Assembleia Legislativa, que substitui no posto o petista Francisco Pinheiro.
Além de José Pimentel como candidato a senador, o PT reivindicava de Cid a manutenção do vice.
Guimarães diz que a prefeita Luizianne Lins, presidente estadual da legenda, telefonou-lhe horas antes da convenção para informar que havia acordado indisposta e não teria condições de comparecer ao evento. Nos bastidores, cogita-se que a ausência da prefeita tenha refletido sua insatisfação pela indicação de Domingos Filho. Guimarães, no entanto, assegura que Luizianne “está com Cid e não abre”. Ontem, o parlamentar concedeu ao jornal O Estado a seguinte entrevista:
[O Estado] O PT queria a vice-governadoria e não conseguiu. Isso é motivo de rancor do partido contra o governador Cid Gomes?
[José Guimarães] A escolha do deputado Domingos Filho para vice-governador foi de caráter pessoal. Nos últimos dias eu e o governador Cid conversamos bastante e a decisão foi, como já disse, para o bem do Ceará. O PT não tem qualquer mágoa por não ter mantido o vice na chapa.
[O E.] Além de apoiar Cid Gomes, o que também é importante na chapa majoritária anunciada pelo governador?
[J. G.] A chapa está de bom tamanho. O PT, na chapa, tem três objetivos fundamentais: apoio à candidatura de Dilma Rousseff, afastamento do PSDB da aliança e a indicação de um petista para o Senado, na pessoa de José Pimentel. O PT não tem o que reclamar da chapa, porque entende que acima de tudo está o Ceará.
[O E.] A prefeita Luizianne Lins não compareceu à convenção do PT, PSB e PMDB. Isso significa que ela está contra Cid Gomes?
[J. G.] A prefeita me comunicou, na manhã de domingo, por volta de 11h30, que não tinha condição de ir à convenção porque amanheceu adoentada e, por isso, não tinha condição nem de sair de casa. É uma justificativa normal e não tem por que ficar especulando coisas negativas. Ela está com Cid e não abre.
[O E.] Como vê as críticas de Tasso Jereissati a Cid Gomes, tendo em vista que o PSDB ainda continua com cargos estaduais?
[J. G.] Pelo que eu senti ontem [domingo] do governador Cid, e esse é um desejo também do PT, a nossa aliança vai discutir o futuro do Estado e não dos opositores. Não vamos ficar dando caneladas. A tática de semear o ódio, a discórdia, o rancor e o baixo nível de campanha não é boa para a disputa estadual.
[O E.] O que será o ideal para a campanha deste ano?
[J. G.] Acho que todos os candidatos ao governo devem mostrar o que já fizeram em favor do Ceará e dizer o que pretendem fazer para o futuro.
[O E.] Mostrar o que está fazendo agora é mais importante do que mostrar que foi feito no passado?
[J. G.] O que foi feito não perde o mérito, mas o que está sendo feito agora está sendo visto, conferido pela população. Acho que o que está sendo feito agora tem um sabor melhor, porque é novo e vai entrar em operação. O governador Cid Gomes tem muito o que mostrar ao eleitorado, porque tem obra em todo canto.
[O E.] O que se destaca no governo Cid Gomes?
[J. G.] Acho que tudo, mas é válido destacar o que está sendo feito na saúde, na educação e em outros setores. No primeiro setor estão sendo feitos dois grandes hospitais regionais que vão resolver o problema de superlotação do IJF. No segundo, estão sendo construídas mais de 120 escolas, além de muitas obras importantes.
[O E.] Por que Dilma Rousseff não veio para a convenção do PT no Ceará?
[J. G.] Ela mandou uma carta justificando a impossibilidade devido ao tempo curto no domingo passado.
Fonte:O Estado
Na madrugada de domingo, horas antes da convenção conjunta do PT, PSB e PMDB, Cid anunciou que seu candidato a vice seria o deputado estadual peemedebista Domingos Filho, presidente da Assembleia Legislativa, que substitui no posto o petista Francisco Pinheiro.
Além de José Pimentel como candidato a senador, o PT reivindicava de Cid a manutenção do vice.
Guimarães diz que a prefeita Luizianne Lins, presidente estadual da legenda, telefonou-lhe horas antes da convenção para informar que havia acordado indisposta e não teria condições de comparecer ao evento. Nos bastidores, cogita-se que a ausência da prefeita tenha refletido sua insatisfação pela indicação de Domingos Filho. Guimarães, no entanto, assegura que Luizianne “está com Cid e não abre”. Ontem, o parlamentar concedeu ao jornal O Estado a seguinte entrevista:
[O Estado] O PT queria a vice-governadoria e não conseguiu. Isso é motivo de rancor do partido contra o governador Cid Gomes?
[José Guimarães] A escolha do deputado Domingos Filho para vice-governador foi de caráter pessoal. Nos últimos dias eu e o governador Cid conversamos bastante e a decisão foi, como já disse, para o bem do Ceará. O PT não tem qualquer mágoa por não ter mantido o vice na chapa.
[O E.] Além de apoiar Cid Gomes, o que também é importante na chapa majoritária anunciada pelo governador?
[J. G.] A chapa está de bom tamanho. O PT, na chapa, tem três objetivos fundamentais: apoio à candidatura de Dilma Rousseff, afastamento do PSDB da aliança e a indicação de um petista para o Senado, na pessoa de José Pimentel. O PT não tem o que reclamar da chapa, porque entende que acima de tudo está o Ceará.
[O E.] A prefeita Luizianne Lins não compareceu à convenção do PT, PSB e PMDB. Isso significa que ela está contra Cid Gomes?
[J. G.] A prefeita me comunicou, na manhã de domingo, por volta de 11h30, que não tinha condição de ir à convenção porque amanheceu adoentada e, por isso, não tinha condição nem de sair de casa. É uma justificativa normal e não tem por que ficar especulando coisas negativas. Ela está com Cid e não abre.
[O E.] Como vê as críticas de Tasso Jereissati a Cid Gomes, tendo em vista que o PSDB ainda continua com cargos estaduais?
[J. G.] Pelo que eu senti ontem [domingo] do governador Cid, e esse é um desejo também do PT, a nossa aliança vai discutir o futuro do Estado e não dos opositores. Não vamos ficar dando caneladas. A tática de semear o ódio, a discórdia, o rancor e o baixo nível de campanha não é boa para a disputa estadual.
[O E.] O que será o ideal para a campanha deste ano?
[J. G.] Acho que todos os candidatos ao governo devem mostrar o que já fizeram em favor do Ceará e dizer o que pretendem fazer para o futuro.
[O E.] Mostrar o que está fazendo agora é mais importante do que mostrar que foi feito no passado?
[J. G.] O que foi feito não perde o mérito, mas o que está sendo feito agora está sendo visto, conferido pela população. Acho que o que está sendo feito agora tem um sabor melhor, porque é novo e vai entrar em operação. O governador Cid Gomes tem muito o que mostrar ao eleitorado, porque tem obra em todo canto.
[O E.] O que se destaca no governo Cid Gomes?
[J. G.] Acho que tudo, mas é válido destacar o que está sendo feito na saúde, na educação e em outros setores. No primeiro setor estão sendo feitos dois grandes hospitais regionais que vão resolver o problema de superlotação do IJF. No segundo, estão sendo construídas mais de 120 escolas, além de muitas obras importantes.
[O E.] Por que Dilma Rousseff não veio para a convenção do PT no Ceará?
[J. G.] Ela mandou uma carta justificando a impossibilidade devido ao tempo curto no domingo passado.
Fonte:O Estado
Marcos e Cid cumprem agenda no Interior e Lúcio será homologado candidato ao Governo
O candidato do PSDB ao Governo do Estado, Marco Penaforte, cumpriu agenda nessa noite de segunda-feira na cidade de Penaforte. Ali, participopu da tradiconal festa de São Pedro, ocasião em que renovou discurso de que vai lutar contra a pobreza e ouvir clamores do povo do Interior que reclama promessas não cumpridas pelo governador Cid Gomes (PSB).
Cid Gomes, por sua vez, esteve, nessa noite de segunda, em Parambu, onde participou da festa junina e entregou obras em ritmo de agenda oficial.
Nesta terça-feira, às 16 horas, o candidato a governador pelo PR, Lúcio Alcântara, será oficializado em convenção marcada para o ginásio poliesportivo de Parangaba, em Fortaleza.
Fonte:Blog do Eliomar
Cid Gomes, por sua vez, esteve, nessa noite de segunda, em Parambu, onde participou da festa junina e entregou obras em ritmo de agenda oficial.
Nesta terça-feira, às 16 horas, o candidato a governador pelo PR, Lúcio Alcântara, será oficializado em convenção marcada para o ginásio poliesportivo de Parangaba, em Fortaleza.
Fonte:Blog do Eliomar
Dilma terá 40% de tempo de propaganda na TV contra 29,5% de Serra
“A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, terá 40% do total do tempo de TV destinado à propaganda eleitoral dos postulantes ao Palácio do Planalto, que começa em 17 de agosto. A fatia é 35% superior à que terá o tucano José Serra e representa fato inédito na história do PT -em nenhuma das cinco eleições presidenciais desde a redemocratização o partido ocupou o maior espaço na TV.
O predomínio se dá porque o PT e os partidos coligados a ele -com destaque para o PMDB- elegeram um maior número de deputados federais, principal critério estabelecido na lei para a definição do tempo de TV.
A situação da petista pode melhorar caso o DEM rompa com Serra e não confirme a aliança com os tucanos na convenção de amanhã, hipótese menos provável. Se isso acontecer, Serra perde um terço do seu espaço previsto, que seria redistribuído a todos os candidatos. Dona da aliança mais robusta, Dilma herdaria 64% desse “espólio” e, assim, ficaria com o dobro do tempo de TV.
Mantida a aliança PSDB-DEM, entretanto, a petista terá praticamente 10 minutos de cada bloco de 25 minutos -serão exibidos duas vezes ao dia, às terças, quintas e sábados, de 17 de agosto a até três dias antes das eleições. Serra terá 7min23s (29,5% do total) e Marina Silva (PV) apenas 1min10s (5%). Além dos blocos, a propaganda se dará também por meio de peças diárias de até um minuto, nos intervalos, as inserções partidárias.
A distribuição segue a lógica dos blocos. Dilma terá em torno de cinco inserções de 30 segundos por dia. Serra terá 3,5 peças; Marina, uma a cada dois dias. Os dados foram calculados com base na Lei Eleitoral, nas coligações e nas candidaturas já anunciadas. “O espaço será importante para fazermos a disputa de projetos”, disse Rui Falcão, da campanha de Dilma.
“É claro que o bom seria um tempo maior de TV, mas isso não quer dizer que não teremos tempo para falar do nosso trabalho”, afirma a senadora Marisa Serrano (MS), vice-presidente do PSDB. Marina diz que usará linguagem publicitária. “As outras candidaturas não vão fugir muito do [roteiro] candidato, povo fala, clipe e jingle. No nosso caso, vamos ter que usar outros recursos”, afirma o publicitário Paulo de Tarso.
Fonte:Blog do Eliomar
O predomínio se dá porque o PT e os partidos coligados a ele -com destaque para o PMDB- elegeram um maior número de deputados federais, principal critério estabelecido na lei para a definição do tempo de TV.
A situação da petista pode melhorar caso o DEM rompa com Serra e não confirme a aliança com os tucanos na convenção de amanhã, hipótese menos provável. Se isso acontecer, Serra perde um terço do seu espaço previsto, que seria redistribuído a todos os candidatos. Dona da aliança mais robusta, Dilma herdaria 64% desse “espólio” e, assim, ficaria com o dobro do tempo de TV.
Mantida a aliança PSDB-DEM, entretanto, a petista terá praticamente 10 minutos de cada bloco de 25 minutos -serão exibidos duas vezes ao dia, às terças, quintas e sábados, de 17 de agosto a até três dias antes das eleições. Serra terá 7min23s (29,5% do total) e Marina Silva (PV) apenas 1min10s (5%). Além dos blocos, a propaganda se dará também por meio de peças diárias de até um minuto, nos intervalos, as inserções partidárias.
A distribuição segue a lógica dos blocos. Dilma terá em torno de cinco inserções de 30 segundos por dia. Serra terá 3,5 peças; Marina, uma a cada dois dias. Os dados foram calculados com base na Lei Eleitoral, nas coligações e nas candidaturas já anunciadas. “O espaço será importante para fazermos a disputa de projetos”, disse Rui Falcão, da campanha de Dilma.
“É claro que o bom seria um tempo maior de TV, mas isso não quer dizer que não teremos tempo para falar do nosso trabalho”, afirma a senadora Marisa Serrano (MS), vice-presidente do PSDB. Marina diz que usará linguagem publicitária. “As outras candidaturas não vão fugir muito do [roteiro] candidato, povo fala, clipe e jingle. No nosso caso, vamos ter que usar outros recursos”, afirma o publicitário Paulo de Tarso.
Fonte:Blog do Eliomar
Homem é multado por fazer sexo com cadáver na Guiana
Roopram Bacchus foi flagrado fazendo sexo com um cadáver. Sim, o lixeiro de Guiana exumou o corpo de uma idosa de 75 anos em um cemitério e praticou o "ato indecente", segundo o processo na Justiça do país sul-americano revelado pelo site "Kaieteur News".
O sujeito confessou tudo diante do juiz e justificou: ele tem um problema psicológico que aflora quando toma bebida alcoólica. O magistrado ordenou uma avaliação psicológica do réu e o multou em 200 dólares (355 reais) por necrofilia.
A vítima de Roopram havia sido enterrada poucos dias antes. A família dela é vizinha do lixeiro.
Fonte:Blog do Fernando Moreira
O sujeito confessou tudo diante do juiz e justificou: ele tem um problema psicológico que aflora quando toma bebida alcoólica. O magistrado ordenou uma avaliação psicológica do réu e o multou em 200 dólares (355 reais) por necrofilia.
A vítima de Roopram havia sido enterrada poucos dias antes. A família dela é vizinha do lixeiro.
Fonte:Blog do Fernando Moreira
Comentário postado em blog de Garotinho gera investigação do Ministério Público
A Procuradoria Regional Eleitoral no Estado do Rio de Janeiro (PRE-RJ) divulgou nota à imprensa em que rechaça comentários postados na página pessoal de Anthony Garotinho. Lá, um internauta identificado como Pedro Cunha, insinua, entre ironias referentes ao atual governador do Rio de Janeiro - Sérgio Cabral (PMDB) -, que a procuradora Silvana Batini César Goes, responsável pelo pedido de inelegibilidade do político, "será assaltada em uma rua escura e, por resistir ao assalto, baleada e morta pelos 'assaltantes'".
Garotinho foi impedido de se candidatar nas próximas eleições por conta de abuso de poder econômico no pleito municipal, em 2008, quando sua esposa, Rosinha, foi eleita prefeita de Campos dos Goytacazes (RJ). A decisão determinou, ainda, que a prefeita deixe o cargo, o que a torna inelegível pelos próximos três anos.
No entendimento do Tribunal, o comentário constitui uma ameça à vida da procuradora e, em nota, a Procuradoria lembra que "os candidatos devem evitar a todo custo situações como estas, utilizando ferramentas eficazes de moderação de sites e blogs, evitando que estes sejam usados para ofender quem quer que seja ou incitar qualquer tipo de crime". O órgão salienta que o "qualquer ataque a um membro do MPF é inútil, porque os procuradores e promotores eleitorais trabalham em conjunto, em unidade".
O moderador da página de Garotinho, Luis Filipe Melo, admitiu que o leitor foi "infeliz", mas que o posicionamento do internauta foi irônico dando conta da "coragem" da procuradora em contrariar Cabral. "Acho que foi uma ironia, de mau gosto, com certeza, inapropriada, por mais que não tivesse a intenção. Já recebi a orientação, para que, a partir de agora, o cuidado seja redobrado na liberação de comentários", disse o moderador.
Por fim, Melo pontua que "jamais foi feita qualquer ameaça a quem quer que seja, nem Garotinho admitira usar o blog para intimidar a procuradora".
Além de ter registrado o caso na sessão do TRE-RJ em que foi anunciada a decisão de não acolher o recurso do casal Garotinho, o Tribunal pediu que a PRE-RJ investigue o incidente e, eventualmente, puna os responsáveis.
Portal Imprensa
Garotinho foi impedido de se candidatar nas próximas eleições por conta de abuso de poder econômico no pleito municipal, em 2008, quando sua esposa, Rosinha, foi eleita prefeita de Campos dos Goytacazes (RJ). A decisão determinou, ainda, que a prefeita deixe o cargo, o que a torna inelegível pelos próximos três anos.
No entendimento do Tribunal, o comentário constitui uma ameça à vida da procuradora e, em nota, a Procuradoria lembra que "os candidatos devem evitar a todo custo situações como estas, utilizando ferramentas eficazes de moderação de sites e blogs, evitando que estes sejam usados para ofender quem quer que seja ou incitar qualquer tipo de crime". O órgão salienta que o "qualquer ataque a um membro do MPF é inútil, porque os procuradores e promotores eleitorais trabalham em conjunto, em unidade".
O moderador da página de Garotinho, Luis Filipe Melo, admitiu que o leitor foi "infeliz", mas que o posicionamento do internauta foi irônico dando conta da "coragem" da procuradora em contrariar Cabral. "Acho que foi uma ironia, de mau gosto, com certeza, inapropriada, por mais que não tivesse a intenção. Já recebi a orientação, para que, a partir de agora, o cuidado seja redobrado na liberação de comentários", disse o moderador.
Por fim, Melo pontua que "jamais foi feita qualquer ameaça a quem quer que seja, nem Garotinho admitira usar o blog para intimidar a procuradora".
Além de ter registrado o caso na sessão do TRE-RJ em que foi anunciada a decisão de não acolher o recurso do casal Garotinho, o Tribunal pediu que a PRE-RJ investigue o incidente e, eventualmente, puna os responsáveis.
Portal Imprensa
Partidos sem candidatos
O PMDB teve candidato para presidente em 1989 (Ulysses) e 1994 (Quércia). Desde então reservou-se ao papel de apoiar outros partidos ou manter-se omisso (nacionalmente falando). O DEM/PFL é um caso mais grave. Só teve candidato em 1989 (Aureliano Chaves). PSDB e PT, desde 1989, sempre lançaram candidatos. Isto, em parte, explica que a política brasileira desde os anos 90 gira em torno destes dois partidos. São os mais orgânicos, apesar das deficiências. E que conseguem desenhar um projeto para o país.
Fonte:Blog do Villa
Fonte:Blog do Villa
PSDB insiste na chapa puro-sangue e tenta acordo com o DEM
Mesmo diante da resistência de setores do DEM de acatar um vice tucano para José Serra, o comando do PSDB quer insistir na tese da chapa puro-sangue ao mesmo tempo em que busca uma reaproxiação entre os dois partidos aliados.
Ontem, o candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, esteve pessoalmente numa reunião com a cúpula do DEM a fim de encontrar uma saída para o impasse entre as duas legendas aliadas. "Estamos começando a superar o impasse", afirmou o coordenador da campanha e presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra."O DEM acha que o quadro pode ser deles, o PSDB acha que pode ser nosso, completou, ao sair da casa do prefeito paulistano Gilberto Kassab, onde foi feita a reunião com a cúpula das duas siglas.
"Nós trabalharemos para confirmar nosso candidato a vice. Isso é democrático e deve ser visto assim", afirmou Guerra. "Considero natural que o DEM tenha um ponto de vista diferente do nosso. Mas o que deve presidir o nosso roteiro é a preocupação com a vitória de Serra.", havia dito o senador tucano, antes da reunião que aconteceu em São Paulo com dirigentes do DEM, para tentar reverter a crise, deflagrada desde que os tucanos definiram o nome do senador Álvaro Dias (PR) para compor a chapa com o vice de Serra, na semana passada.
Pelo lado do DEM, que tem convenção marcada par a amanhã, o presidente da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ), recebeu carta branca para negociar uma solução política para a crise na aliança com o PSDB. Maia obteve aval até para romper a coligação com o PSDB em torno de Serra se considerar necessário. Apesar disso, dirigentes do partido reconhecem que seria pouco vantajoso para as duas legendas uma ruptura política.
Mesmo assim, o clima continuava tenso ontem. Maia rebateu uma declaração dada ontem por Guerra de que a reação negativa do DEM à indicação de Álvaro Dias para a vaga de vice poderia provocar a derrota de Serra. "Não é a nossa reação que pode provocar a derrota, mas sim a ação do PSDB e do candidato José Serra em fazer essa indicação. A origem do problema foi causada por eles", alegou o deputado.
O DEM espera reverter a indicação de Dias, mas poderá aceitar outro tipo de acordo se Serra fizer gestos positivos e públicos na direção do partido, como, por exemplo, pressionar o PSDB a ceder na montagem de palanques estaduais, como são os casos de Sergipe e Pará.
Guerra defende o diálogo entre os dois partidos para chegar a uma solução. "E fazer a escolha sensata do ponto de vista político, administrativo e eleitoral. É sobre isso que devemos conversar."
Fonte:Estadão.com.br
Ontem, o candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, esteve pessoalmente numa reunião com a cúpula do DEM a fim de encontrar uma saída para o impasse entre as duas legendas aliadas. "Estamos começando a superar o impasse", afirmou o coordenador da campanha e presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra."O DEM acha que o quadro pode ser deles, o PSDB acha que pode ser nosso, completou, ao sair da casa do prefeito paulistano Gilberto Kassab, onde foi feita a reunião com a cúpula das duas siglas.
"Nós trabalharemos para confirmar nosso candidato a vice. Isso é democrático e deve ser visto assim", afirmou Guerra. "Considero natural que o DEM tenha um ponto de vista diferente do nosso. Mas o que deve presidir o nosso roteiro é a preocupação com a vitória de Serra.", havia dito o senador tucano, antes da reunião que aconteceu em São Paulo com dirigentes do DEM, para tentar reverter a crise, deflagrada desde que os tucanos definiram o nome do senador Álvaro Dias (PR) para compor a chapa com o vice de Serra, na semana passada.
Pelo lado do DEM, que tem convenção marcada par a amanhã, o presidente da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ), recebeu carta branca para negociar uma solução política para a crise na aliança com o PSDB. Maia obteve aval até para romper a coligação com o PSDB em torno de Serra se considerar necessário. Apesar disso, dirigentes do partido reconhecem que seria pouco vantajoso para as duas legendas uma ruptura política.
Mesmo assim, o clima continuava tenso ontem. Maia rebateu uma declaração dada ontem por Guerra de que a reação negativa do DEM à indicação de Álvaro Dias para a vaga de vice poderia provocar a derrota de Serra. "Não é a nossa reação que pode provocar a derrota, mas sim a ação do PSDB e do candidato José Serra em fazer essa indicação. A origem do problema foi causada por eles", alegou o deputado.
O DEM espera reverter a indicação de Dias, mas poderá aceitar outro tipo de acordo se Serra fizer gestos positivos e públicos na direção do partido, como, por exemplo, pressionar o PSDB a ceder na montagem de palanques estaduais, como são os casos de Sergipe e Pará.
Guerra defende o diálogo entre os dois partidos para chegar a uma solução. "E fazer a escolha sensata do ponto de vista político, administrativo e eleitoral. É sobre isso que devemos conversar."
Fonte:Estadão.com.br
Dilma diz que Lula será seu conselheiro de reformas, se eleita, e que pode se aproximar do PSDB se ele deixar de ser raivoso
SÃO PAULO - A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse nesta segunda-feira que pretende, se eleita, ter Luiz Inácio Lula da Silva a seu lado como conselheiro e condutor das reformas tributária e política. Em entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultura, a petista fez questão de pontuar as diferenças com seus adversários tucanos e rebatê-los, mas chegou a reconhecer a possibilidade de uma aproximação com o PSDB, caso a sigla deixe de ser uma "oposição raivosa" e com pretenção de "destabilização do governo".
- Vou querer que o presidente me ajude a aprovar reformas importantes, que participe com seus conselhos - disse, afirmando que Lula terá discernimento para não fazer qualquer "interferência".
Dilma negou ser um "poste"
- Nos últimos cinco anos e meio, coordenei todos os programas do governo Lula, que tem 76% de aprovação. Concordo, eu não tenho experiência eleitoral. Penso se isso não é uma vantagem em um quadro em que existe tanto desgaste da atuação política.
A presidenciável não foi muito receptiva à sugestão de uma "aproximação com o PSDB", mas não rejeitou a hipótese.
- Se a oposição não for raivosa, nem uma oposição que de uma forma ou de outra queira desestabilizar o governo, acho que se pode governar com todos os partidos, se quiserem. Mas não se pode impor isso, porque vivemos numa democracia.
Em diversos momentos, Dilma fez questão de ressaltar a diferença entre o governo Lula e seu antecessor, e assumiu novamente o adjetivo "afunhanhado" para descrever a "situação de estagnação, desemprego e desigualdade". Mas chegou a esboçar um reconhecimento à atuação da gestão FHC, sem citá-lo, sobre o controle infacionário.
- Acredito que temos diferenças. Mas entendo o imenso esforço feito para sair da inflação.
Sobre propostas do PT, como o imposto sobre grandes fortunas, afirmou:
- Essa é uma questão que, para ser aprovada no Brasil, demandaria uma imensa energia política. Estamos em uma fase muito importante de aumento da competitividade. Nesse momento, vamos ter que falar sobretudo de redução de impostos sobre investimento.
A petista também negou que o "controle social da mídia" seja uma proposta de limitação da liberdade de imprensa.
- A liberdade de imprensa não tem que ter controle nenhum. Se é isso, eu sou contra completamente. Acho que o Brasil tem uma grande conquista a preservar: a liberdade de imprensa, de opinião, de expressão e de organização. Essas quatro liberdades são muito preciosas para a gente negociar ou adjetivar - disse Dilma.
Fonte:O Globo
- Vou querer que o presidente me ajude a aprovar reformas importantes, que participe com seus conselhos - disse, afirmando que Lula terá discernimento para não fazer qualquer "interferência".
Dilma negou ser um "poste"
- Nos últimos cinco anos e meio, coordenei todos os programas do governo Lula, que tem 76% de aprovação. Concordo, eu não tenho experiência eleitoral. Penso se isso não é uma vantagem em um quadro em que existe tanto desgaste da atuação política.
A presidenciável não foi muito receptiva à sugestão de uma "aproximação com o PSDB", mas não rejeitou a hipótese.
- Se a oposição não for raivosa, nem uma oposição que de uma forma ou de outra queira desestabilizar o governo, acho que se pode governar com todos os partidos, se quiserem. Mas não se pode impor isso, porque vivemos numa democracia.
Em diversos momentos, Dilma fez questão de ressaltar a diferença entre o governo Lula e seu antecessor, e assumiu novamente o adjetivo "afunhanhado" para descrever a "situação de estagnação, desemprego e desigualdade". Mas chegou a esboçar um reconhecimento à atuação da gestão FHC, sem citá-lo, sobre o controle infacionário.
- Acredito que temos diferenças. Mas entendo o imenso esforço feito para sair da inflação.
Sobre propostas do PT, como o imposto sobre grandes fortunas, afirmou:
- Essa é uma questão que, para ser aprovada no Brasil, demandaria uma imensa energia política. Estamos em uma fase muito importante de aumento da competitividade. Nesse momento, vamos ter que falar sobretudo de redução de impostos sobre investimento.
A petista também negou que o "controle social da mídia" seja uma proposta de limitação da liberdade de imprensa.
- A liberdade de imprensa não tem que ter controle nenhum. Se é isso, eu sou contra completamente. Acho que o Brasil tem uma grande conquista a preservar: a liberdade de imprensa, de opinião, de expressão e de organização. Essas quatro liberdades são muito preciosas para a gente negociar ou adjetivar - disse Dilma.
Fonte:O Globo
Seleção comemora confronto com outra seleção que ataca
Um time que joga para frente e que dará espaços para o Brasil. É assim que os jogadores da seleção veem o adversário das quartas de final da Copa do Mundo. Segundo os comandados de Dunga, a Holanda tem características semelhantes às do Chile.
“Jogando assim é melhor para a gente. Temos condições de armar o contra-ataque. Espero que se abram como o Chile fez. Quem ataca contra o Brasil corre sérios riscos”, acredita Luis Fabiano, autor de um dos gols na vitória de 3 a 0 contra os chilenos nas oitavas de final.
Maicon concorda com o atacante, mas, sendo responsável pela marcação no lado direito do time, ele também se preocupa com o poder de ataque do próximo adversário. “É uma equipe forte com jogadores rápidos na frente. A gente vai ter que trabalhar para não ser surpreendido”, afirmou o lateral direito, que chegou a classificar o confronto da próxima sexta-feira como “uma final antecipada”.
A Holanda venceu todas as suas quatro partidas no Mundial e marcou sete gols, um a menos que o Brasil, que empatou um e ganhou outros três jogos. Segundo Kaká, o confronto que vale uma vaga na semifinal é uma garantia de futebol bonito. “Eles vêm fazendo uma Copa muito boa. É um time que vai sair para o jogo, pelas características que tem. Isso é bom para todo mundo”, disse o meia.
Único jogador da seleção brasileira que já atuou no futebol holandês, Gomes também acredita em um time que tentará atacar o Brasil. “Eles tem um jogo bonito, uma grande seleção. Acho que teremos mais espaço do que contra o Chile”, opina o goleiro, que defendeu por quatro anos o PSV, de Eindhoven.
Para ele, os destaques da seleção holandesa são os meias Robben e Sneijder e o volante Van Bommel. ”Eu conheço todos os jogadores do time, já atuei junto o contra eles. Acho que esses três são os que temos que ficar mais atentos”, afirmou o jogador do Tottenham.
Brasil e Holanda se enfrentam nesta sexta-feira, às 11h de Brasília, em Port Elizabeth. Quem vencer a partida pegará Uruguai ou Gana nas semifinais.
Fonte:Portal IG
“Jogando assim é melhor para a gente. Temos condições de armar o contra-ataque. Espero que se abram como o Chile fez. Quem ataca contra o Brasil corre sérios riscos”, acredita Luis Fabiano, autor de um dos gols na vitória de 3 a 0 contra os chilenos nas oitavas de final.
Maicon concorda com o atacante, mas, sendo responsável pela marcação no lado direito do time, ele também se preocupa com o poder de ataque do próximo adversário. “É uma equipe forte com jogadores rápidos na frente. A gente vai ter que trabalhar para não ser surpreendido”, afirmou o lateral direito, que chegou a classificar o confronto da próxima sexta-feira como “uma final antecipada”.
A Holanda venceu todas as suas quatro partidas no Mundial e marcou sete gols, um a menos que o Brasil, que empatou um e ganhou outros três jogos. Segundo Kaká, o confronto que vale uma vaga na semifinal é uma garantia de futebol bonito. “Eles vêm fazendo uma Copa muito boa. É um time que vai sair para o jogo, pelas características que tem. Isso é bom para todo mundo”, disse o meia.
Único jogador da seleção brasileira que já atuou no futebol holandês, Gomes também acredita em um time que tentará atacar o Brasil. “Eles tem um jogo bonito, uma grande seleção. Acho que teremos mais espaço do que contra o Chile”, opina o goleiro, que defendeu por quatro anos o PSV, de Eindhoven.
Para ele, os destaques da seleção holandesa são os meias Robben e Sneijder e o volante Van Bommel. ”Eu conheço todos os jogadores do time, já atuei junto o contra eles. Acho que esses três são os que temos que ficar mais atentos”, afirmou o jogador do Tottenham.
Brasil e Holanda se enfrentam nesta sexta-feira, às 11h de Brasília, em Port Elizabeth. Quem vencer a partida pegará Uruguai ou Gana nas semifinais.
Fonte:Portal IG
Transtornos mentais atingem 23 milhões de pessoas no Brasil
Brasília – No Brasil, 23 milhões de pessoas (12% da população) necessitam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões de brasileiros (3% da população) sofrem com transtornos mentais graves e persistentes. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, apesar de a política de saúde mental priorizar as doenças mais graves, como esquizofrenia e transtorno bipolar, as mais prevalentes estão ligadas à depressão, ansiedade e a transtornos de ajustamento.
Em todo o mundo, mais de 400 milhões de pessoas são afetadas por distúrbios mentais ou comportamentais. Os problemas de saúde mental ocupam cinco posições no ranking das dez principais causas de incapacidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Dados da OMS indicam que 62% dos países têm políticas de saúde mental, entre eles o Brasil. No ano passado, o país aplicou R$ 1,4 bilhão em saúde mental.
Desde a aprovação da chamada Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), os investimentos são principalmente direcionados a medidas que visam a tirar a loucura detrás das grades de hospícios, com a substituição do atendimento em hospitais psiquiátricos (principalmente das internações) pelos serviços abertos e de base comunitária.
Em 2002, 75,24% do orçamento federal de saúde mental foram repassados a hospitais psiquiátricos, de um investimento total de R$ 619,2 milhões. Em 2009, o percentual caiu para 32,4%. Uma das principais metas da reforma é a redução do número de leitos nessas instituições. Até agora, foram fechados 17,5 mil, mas ainda restam 35.426 leitos em hospitais psiquiátricos públicos ou privados em todo o país.
A implementação da rede substitutiva – com a criação dos centros de Atenção Psicossocial (Caps), das residências terapêuticas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos em hospitais gerais – tem avançado, mas ainda convive com o antigo modelo manicomial, marcado pelas internações de longa permanência.
O país conta com 1.513 Caps, mas a distribuição ainda é desigual. O Amazonas, por exemplo, com 3 milhões de habitantes, tem apenas quatro centros. Dos 27 estados, só a Paraíba e Sergipe têm Caps suficientes para atender ao parâmetro de uma unidade para cada 100 mil habitantes.
As residências terapêuticas, segundo dados do Ministério da Saúde referentes a maio deste ano, ainda não foram implantadas em oito unidades federativas: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Tocantins. No Pará, o serviço ainda não está disponível, mas duas unidades estão em fase de implantação. Em todo o país há 564 residências terapêuticas, que abrigam 3.062 moradores.
Fonte:Agência Brasil
Em todo o mundo, mais de 400 milhões de pessoas são afetadas por distúrbios mentais ou comportamentais. Os problemas de saúde mental ocupam cinco posições no ranking das dez principais causas de incapacidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Dados da OMS indicam que 62% dos países têm políticas de saúde mental, entre eles o Brasil. No ano passado, o país aplicou R$ 1,4 bilhão em saúde mental.
Desde a aprovação da chamada Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), os investimentos são principalmente direcionados a medidas que visam a tirar a loucura detrás das grades de hospícios, com a substituição do atendimento em hospitais psiquiátricos (principalmente das internações) pelos serviços abertos e de base comunitária.
Em 2002, 75,24% do orçamento federal de saúde mental foram repassados a hospitais psiquiátricos, de um investimento total de R$ 619,2 milhões. Em 2009, o percentual caiu para 32,4%. Uma das principais metas da reforma é a redução do número de leitos nessas instituições. Até agora, foram fechados 17,5 mil, mas ainda restam 35.426 leitos em hospitais psiquiátricos públicos ou privados em todo o país.
A implementação da rede substitutiva – com a criação dos centros de Atenção Psicossocial (Caps), das residências terapêuticas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos em hospitais gerais – tem avançado, mas ainda convive com o antigo modelo manicomial, marcado pelas internações de longa permanência.
O país conta com 1.513 Caps, mas a distribuição ainda é desigual. O Amazonas, por exemplo, com 3 milhões de habitantes, tem apenas quatro centros. Dos 27 estados, só a Paraíba e Sergipe têm Caps suficientes para atender ao parâmetro de uma unidade para cada 100 mil habitantes.
As residências terapêuticas, segundo dados do Ministério da Saúde referentes a maio deste ano, ainda não foram implantadas em oito unidades federativas: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Tocantins. No Pará, o serviço ainda não está disponível, mas duas unidades estão em fase de implantação. Em todo o país há 564 residências terapêuticas, que abrigam 3.062 moradores.
Fonte:Agência Brasil
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Rodovia Quixeramobim - Madalena: Processo de licitação avança com conhecimento das propostas

Às 9h30 desta segunda-feira, 28, reuniu-se na Procuradoria Geral do Estado a Comissão Central de Concorrências do Estado para dar continuidade ao processo licitatório para a pavimentação das CE’s 166/265 (Rodovias que ligam o município de Quixeramobim a Madalena), com extensão de 60,8km.
Na ocasião foram avaliadas as ofertas de 13 empresas, mas o Consórcio “DPBarros/FBS/FUAD RASSI” ocupa a primeira colocação, com a proposta avaliada em R$ 27.815.548,77. Caso este consórcio não atenda as expectativas, a escolha poderá se dar entre a segunda e terceira colocadas. São elas: Maciel Construções e Terraplanagens LTDA com a proposta de R$ 28.036.766,23 e o Consórcio Britânia/Lomanco com a oferta de R$ 29.483.119,69.
Segundo o Coordenador Geral das Licitações do Estado, Tarso Pinheiro Borges a proposta deve agora seguir para o Departamento de Edificações e Rodovias (DER) para análise da planilha de custo de todas as empresas. Logo após retornará à Procuradoria Geral de Estado (PGE) um relatório que também deverá ser analisado. Depois disso deverá ocorrer o anuncio do resultado, encerrando assim o processo.
Entretanto, como afirma Tarso, ainda é indeterminada a data de início da obra, pois após a publicação da decisão em um período de cinco dias úteis, é dado as empresas desclassificadas o direito de recorrer à justiça. Caso isto não ocorra o processo licitatório deverá finalizar-se com mais agilidade.
Ainda se tratando da reforma e pavimentação de rodovias o coordenador se comprometeu em contribuir para a recuperação imediata da CE-266 que liga Quixeramobim ao Distrito de Fogareiro. Há um mês o Departamento de Jornalismo do Sistema Maior de Comunicação recebeu um abaixo assinado com quase 200 assinaturas de moradores deste distrito solicitando ao DER a recuperação da CE, entretanto, até o momento nenhuma iniciativa foi tomada.
Postado por: Jornalismo - SMC
Chefe de gabinete do governador anuncia aula inaugural do ProJovem Urbano
O evento foi realizado nesta quinta-feira, 24, por volta das 14h30 no BNB Clube, tendo como objetivo inaugurar as atividades do ProJovem Urbano, projeto de iniciativa do Governo Federal em parceria com o Governo Estadual sendo executado pelo Instituto do Desenvolvimento do Trabalho (IDT).
Estiveram presente na ocasião cerca de 450 alunos dos 11 municípios integrantes do Pólo Regional em Quixeramobim, além de autoridades locais, o Deputado Estadual Rômulo Coelho, Chefe do Gabinete do Governo do Estado Sebastião Almircy Bezerra Pinto, o Coodernador Estadual do ProJovem, Ismênio Bezerra e o presidente do IDT Francisco de Assis Diniz. Estavam previstas as presenças do ex-chefe de gabinete Ivo Gomes e da secretária de educação Isolda Cela, mas segundo assessores, devido a outros compromissos ambos não puderam comparecer.
Em discurso, Almircy Bezerra falou sobre a iniciação das atividades curriculares do projeto pedindo aos jovens que aproveitassem a oportunidade que a eles foi oferecida, ressaltando os investimentos que foram realizados no governo Cid Gomes, voltados para a juventude. Serão gastos na execução do ProJovem no Estado, o total de R$ 38.108.710,43, sendo recurso estadual R$ 9.908.264,71 e do Governo Federal R$ 28.200.445,72.
A quadrilha Raízes Nordestina finalizou a solenidade em ritmo de São João realizando uma bela apresentação junina.
Estiveram presente na ocasião cerca de 450 alunos dos 11 municípios integrantes do Pólo Regional em Quixeramobim, além de autoridades locais, o Deputado Estadual Rômulo Coelho, Chefe do Gabinete do Governo do Estado Sebastião Almircy Bezerra Pinto, o Coodernador Estadual do ProJovem, Ismênio Bezerra e o presidente do IDT Francisco de Assis Diniz. Estavam previstas as presenças do ex-chefe de gabinete Ivo Gomes e da secretária de educação Isolda Cela, mas segundo assessores, devido a outros compromissos ambos não puderam comparecer.
Em discurso, Almircy Bezerra falou sobre a iniciação das atividades curriculares do projeto pedindo aos jovens que aproveitassem a oportunidade que a eles foi oferecida, ressaltando os investimentos que foram realizados no governo Cid Gomes, voltados para a juventude. Serão gastos na execução do ProJovem no Estado, o total de R$ 38.108.710,43, sendo recurso estadual R$ 9.908.264,71 e do Governo Federal R$ 28.200.445,72.
A quadrilha Raízes Nordestina finalizou a solenidade em ritmo de São João realizando uma bela apresentação junina.
Em dia de tentativa de boicote, TV Globo tem acréscimo de audiência
O movimento de usuários do Twitter que tentava um boicote contra a TV Globo em apoio a Dunga, técnico da seleção brasileira, não surtiu o efeito esperado. Segundo o blog do jornalista Daniel Castro, números preliminares do Ibope na Grande São Paulo informam que a TV Globo registrou 43,6 pontos na prévia desta sexta-feira (25), durante jogo entre Brasil e Portugal, válido pela terceira rodada da primeira fase da Copa do Mundo.
Os números foram melhores dos que os registrados no jogo do último domingo (20), quando a emissora marcou 40,7 pontos. Em relação à estreia na competição, a marca foi um pouco menor. Na ocasião, a TV Globo registrou 45,2 pontos, de acordo com dados consolidados.
Já a Band, mantém seus recordes de audiência aferidos durante esta Copa do Mundo. Nesta sexta (25), a emissora dos Saad marcou 12,7 pontos, em levantamento preliminar do Ibope. No último domingo (20), o canal chegou a 10 pontos e, na estreia da seleção brasileira na competição, 10,1. No horário do jogo, SBT deu 1,1, Record 0,9 e Rede TV 0,1.
Os números foram melhores dos que os registrados no jogo do último domingo (20), quando a emissora marcou 40,7 pontos. Em relação à estreia na competição, a marca foi um pouco menor. Na ocasião, a TV Globo registrou 45,2 pontos, de acordo com dados consolidados.
Já a Band, mantém seus recordes de audiência aferidos durante esta Copa do Mundo. Nesta sexta (25), a emissora dos Saad marcou 12,7 pontos, em levantamento preliminar do Ibope. No último domingo (20), o canal chegou a 10 pontos e, na estreia da seleção brasileira na competição, 10,1. No horário do jogo, SBT deu 1,1, Record 0,9 e Rede TV 0,1.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Mesmo com a Lei da Ficha Limpa, voto continua sendo o melhor instrumento de combate aos maus políticos
A decisão do Tribunal Superior Eleitoral de que Lei da Ficha Limpa já valerá para a eleição deste ano, pegou muitos pré-candidatos de surpresa. E olhem que para muitos ainda trouxe uma vantagem: Abrange apenas aqueles com condenação em órgão colegiado.
Muitas pessoas não acreditavam na aprovação da Lei e duvidavam da sua retroatividade, talvez, acostumadas a uma legislação que sempre beneficiou aos políticos, até mesmo porque, eleitos pelo povo, parecem muitas vezes esquecer-se, quando tomam posse, de que devem representar os interesses da população e não os seus próprios, acabando por não raro, elaborarem leis que só se prestam a beneficiar a eles mesmos.
Importante ressaltar que a população critica até em demasia o judiciário, quando este julga de uma forma com a qual ela não concorda e acaba não atentando para o fato de que o Judiciário não cria as leis, apenas as aplica. E como o problema está na fonte, onde são criadas as leis, é mesmo de se comemorar que o legislativo tenha aprovado a Lei da Ficha Limpa.
Porém, cabe ressaltar que essa Lei só foi aprovada porque houve toda uma pressão e mobilização social e da mídia, que deu visibilidade ao tema. Não fosse isso, poderia ter sido mais um excelente projeto a permanecer engavetado.
Essa é uma conquista de cada um dos brasileiros: dos que acreditaram e foram às ruas, dos que combatem a corrupção e a proliferação dos maus políticos e até mesmo daqueles que de tanto verem a impunidade já haviam perdido as esperanças.
A retroatividade vai garantir que sejam impedidos de chegarem ou de continuarem no poder aqueles que, mesmo antes da aprovação da Lei, cometeram crimes graves, sendo submetidos a julgamento por um grupo de juízes. Incluam-se aí não apenas os políticos, mas também os maus profissionais que cometeram crimes e foram excluídos de suas atividades profissionais em virtude deles. Nada mais lógico. Se quisermos moralizar a política em nosso país temos que analisar a vida pregressa daqueles que pleiteiam os cargos públicos. Se uma “simples” restrição ao crédito pode impedir que um cidadão concursado tome posse num emprego público, como justificar que pessoas que indubitavelmente cometeram crimes, que tem uma ficha suja, possam vir a gerir a coisa pública? Ponto para a coerência.
Que essa vitória da população e da própria democracia venha nos fazer novamente acreditar na força que temos de mudar esse país. Não nos esqueçamos de que para que a Lei possa realmente impedir o acesso dos “fichas- sujas”, é necessário que estes tenham sido julgados pelos seus crimes.
Importante lembrar também que uma tática muito usada por diversos caciques da política brasileira, que é a renúncia ao mandato para evitar a cassação e manter-se impune não mais é eficaz. E já não era sem tempo. Só para exemplificar, José Roberto Arruda outrora se beneficiou com esse artifício, renunciando ao mandato de senador para evitar a perda dos direitos políticos e acabou voltando ao poder posteriormente como governador do Distrito Federal. O resultado a sociedade brasileira viu muito recentemente.
E por falar em político dissimulado, Paulo Maluf disse recentemente: “A minha ficha é a mais limpa do Brasil”. E completou: “É bom que se diga: sou elegível, sou candidato a deputado federal e não tenho nenhuma condenação. Tenho 43 anos de ficha limpa de trabalho”. Com essa declaração sinto que o senhor Maluf não só é muito dissimulado, como também zomba da população brasileira, dos próprios políticos e da Justiça. Não só acredita na impunidade, como não tem dúvida alguma de que não terá sua candidatura rejeitada e será reconduzido pelo povo, como já aconteceu por diversas vezes.
Por isso, fiquemos atentos, fiscalizando, denunciando e acionando a Justiça para que a eficácia da Lei não seja comprometida. Acreditar numa sociedade mais justa e ética e numa política limpa não é utopia, é uma meta. Se continuarmos mobilizados, exercendo nossa cidadania, combatendo a corrupção em todos os seus níveis e, principalmente utilizando o nosso voto, poderemos sim mudar o cenário político brasileiro.
Não duvidem que brechas existam na lei. Muitos passarão facilmente pelo crivo da justiça e poderão sim disputar, ser eleitos e assumir cargos públicos. Por isso, a nossa principal arma de combate aos maus políticos e a corrupção eleitoral continua sendo o voto. É através dele, nossa vontade soberana, que vamos conseguir corrigir os absurdos que temos visto e construir um país onde verdadeiramente imperem a ordem e o progresso.
Sérgio Machado
Muitas pessoas não acreditavam na aprovação da Lei e duvidavam da sua retroatividade, talvez, acostumadas a uma legislação que sempre beneficiou aos políticos, até mesmo porque, eleitos pelo povo, parecem muitas vezes esquecer-se, quando tomam posse, de que devem representar os interesses da população e não os seus próprios, acabando por não raro, elaborarem leis que só se prestam a beneficiar a eles mesmos.
Importante ressaltar que a população critica até em demasia o judiciário, quando este julga de uma forma com a qual ela não concorda e acaba não atentando para o fato de que o Judiciário não cria as leis, apenas as aplica. E como o problema está na fonte, onde são criadas as leis, é mesmo de se comemorar que o legislativo tenha aprovado a Lei da Ficha Limpa.
Porém, cabe ressaltar que essa Lei só foi aprovada porque houve toda uma pressão e mobilização social e da mídia, que deu visibilidade ao tema. Não fosse isso, poderia ter sido mais um excelente projeto a permanecer engavetado.
Essa é uma conquista de cada um dos brasileiros: dos que acreditaram e foram às ruas, dos que combatem a corrupção e a proliferação dos maus políticos e até mesmo daqueles que de tanto verem a impunidade já haviam perdido as esperanças.
A retroatividade vai garantir que sejam impedidos de chegarem ou de continuarem no poder aqueles que, mesmo antes da aprovação da Lei, cometeram crimes graves, sendo submetidos a julgamento por um grupo de juízes. Incluam-se aí não apenas os políticos, mas também os maus profissionais que cometeram crimes e foram excluídos de suas atividades profissionais em virtude deles. Nada mais lógico. Se quisermos moralizar a política em nosso país temos que analisar a vida pregressa daqueles que pleiteiam os cargos públicos. Se uma “simples” restrição ao crédito pode impedir que um cidadão concursado tome posse num emprego público, como justificar que pessoas que indubitavelmente cometeram crimes, que tem uma ficha suja, possam vir a gerir a coisa pública? Ponto para a coerência.
Que essa vitória da população e da própria democracia venha nos fazer novamente acreditar na força que temos de mudar esse país. Não nos esqueçamos de que para que a Lei possa realmente impedir o acesso dos “fichas- sujas”, é necessário que estes tenham sido julgados pelos seus crimes.
Importante lembrar também que uma tática muito usada por diversos caciques da política brasileira, que é a renúncia ao mandato para evitar a cassação e manter-se impune não mais é eficaz. E já não era sem tempo. Só para exemplificar, José Roberto Arruda outrora se beneficiou com esse artifício, renunciando ao mandato de senador para evitar a perda dos direitos políticos e acabou voltando ao poder posteriormente como governador do Distrito Federal. O resultado a sociedade brasileira viu muito recentemente.
E por falar em político dissimulado, Paulo Maluf disse recentemente: “A minha ficha é a mais limpa do Brasil”. E completou: “É bom que se diga: sou elegível, sou candidato a deputado federal e não tenho nenhuma condenação. Tenho 43 anos de ficha limpa de trabalho”. Com essa declaração sinto que o senhor Maluf não só é muito dissimulado, como também zomba da população brasileira, dos próprios políticos e da Justiça. Não só acredita na impunidade, como não tem dúvida alguma de que não terá sua candidatura rejeitada e será reconduzido pelo povo, como já aconteceu por diversas vezes.
Por isso, fiquemos atentos, fiscalizando, denunciando e acionando a Justiça para que a eficácia da Lei não seja comprometida. Acreditar numa sociedade mais justa e ética e numa política limpa não é utopia, é uma meta. Se continuarmos mobilizados, exercendo nossa cidadania, combatendo a corrupção em todos os seus níveis e, principalmente utilizando o nosso voto, poderemos sim mudar o cenário político brasileiro.
Não duvidem que brechas existam na lei. Muitos passarão facilmente pelo crivo da justiça e poderão sim disputar, ser eleitos e assumir cargos públicos. Por isso, a nossa principal arma de combate aos maus políticos e a corrupção eleitoral continua sendo o voto. É através dele, nossa vontade soberana, que vamos conseguir corrigir os absurdos que temos visto e construir um país onde verdadeiramente imperem a ordem e o progresso.
Sérgio Machado
Quixeramobim: Aula Inaugural do ProJovem Urbano ocorre hoje

Nesta quinta-feira, 24, no BNB Clube será realizada a aula inaugural do ProJovem Urbano, projeto de iniciativa do Governo Federal em parceria com o Gabinete do Governador do Estado, sendo executado pelo Instituto de Desenvolvimento do Trabalho – IDT, que tem a finalidade de elevar o grau da escolaridade visando o desenvolvimento humano e o exercício da cidadania, por meio da conclusão do ensino fundamental e qualificação profissional.
O evento contará com a participação de alguns alunos dos 11 municípios que integram o Pólo, que tem como sede Quixeramobim, além do ex-chefe de gabinete Ivo Gomes e a secretária de educação do Estado Isolda Cela.
O Pólo conseguiu em sua campanha matricular cerca de 6.250 jovens. Em Quixeramobim, a meta seria atingir 300 matrículas, mas atualmente estão lotadas 400 vagas, distribuídas em duas unidades escolares: Humberto Bezerra e Assis Bezerra, que comportarão cada uma cinco turmas com 40 alunos cada.
Postado por: Jornalismo - SMC
Eusébio faz campanha contra violência e drogas
Eusébio. Diante do crescimento da violência e do tráfico de drogas no município do Eusébio, os poderes constituídos - Executivo, Legislativo e Judiciário - resolveram unir forças para fazer frente a essa problemática. O promotor Evilásio Alexandre iniciou o processo com um movimento que envolveu toda a sociedade local em torno do combate à violência nas escolas, como o "Bulliying". O juiz da Comarca do Eusébio, Eli Gonçalves Júnior, instituiu o chamado "Toque de Acolhimento", visando a proteção de crianças e jovens dos perigos das ruas, principalmente no período noturno e criou um corpo de agentes de fiscalização da norma. O Legislativo, por meio de uma comissão de vereadores, realiza debates e apresenta propostas para minimizar o problema. O prefeito Acilon Gonçalves complementou as medidas com a proibição de bebidas alcoólicas nos espaços públicos e um reforço nas áreas de atendimento às crianças e jovens.
Nesse mesmo processo, a Prefeitura do Eusébio criou a Secretaria Municipal de Segurança Pública, que faz um trabalho integrado com a Delegacia do Eusébio, Polícia Militar (Ronda do Quarteirão) e a Guarda Municipal, na prevenção e combate à criminalidade. "Todos os equipamentos públicos foram colocados à disposição dessa verdadeira rede de prevenção", destaca o prefeito. Foi criado a Assessoria Especial de Políticas Sobre as Drogas, responsável pela elaboração, execução e fiscalização das políticas públicas voltadas para o combate às drogas. Nesta semana, comemorativa aos 23 anos de emancipação do Eusébio, foi lançada pela Assessoria a campanha "Neste São João Paz sim, drogas não", envolvendo todos servidores municipais, líderes comunitários, estudantes e sociedade em geral.
Outra ação, esta com o apoio da Polícia Militar do Ceará, foi a formação de multiplicadores para atuarem na prevenção do uso de drogas. Nesta semana 1.400 crianças, de 9 a 12 anos, das escolas municipais, foram diplomados pelo Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). O projeto tem como objetivo realizar ações preventivas contra as drogas junto a crianças, além de trabalhar a família e a escola.
Os festejos dos 23 anos do Eusébio vão até 26 de junho. Ontem, dia do Município, aconteceu passeio ciclístico, aniversário do Núcleo de Artes, Educação e Cultura Aloísio Bruno (Naec) e passeio motociclístico. Hoje, terá apresentação das bandas Aliados do Forró; Taty Girl e banda; e CRC do Samba. Os shows vão até dia 26.
Fonte:Jornal Diário do Nordeste
Nesse mesmo processo, a Prefeitura do Eusébio criou a Secretaria Municipal de Segurança Pública, que faz um trabalho integrado com a Delegacia do Eusébio, Polícia Militar (Ronda do Quarteirão) e a Guarda Municipal, na prevenção e combate à criminalidade. "Todos os equipamentos públicos foram colocados à disposição dessa verdadeira rede de prevenção", destaca o prefeito. Foi criado a Assessoria Especial de Políticas Sobre as Drogas, responsável pela elaboração, execução e fiscalização das políticas públicas voltadas para o combate às drogas. Nesta semana, comemorativa aos 23 anos de emancipação do Eusébio, foi lançada pela Assessoria a campanha "Neste São João Paz sim, drogas não", envolvendo todos servidores municipais, líderes comunitários, estudantes e sociedade em geral.
Outra ação, esta com o apoio da Polícia Militar do Ceará, foi a formação de multiplicadores para atuarem na prevenção do uso de drogas. Nesta semana 1.400 crianças, de 9 a 12 anos, das escolas municipais, foram diplomados pelo Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). O projeto tem como objetivo realizar ações preventivas contra as drogas junto a crianças, além de trabalhar a família e a escola.
Os festejos dos 23 anos do Eusébio vão até 26 de junho. Ontem, dia do Município, aconteceu passeio ciclístico, aniversário do Núcleo de Artes, Educação e Cultura Aloísio Bruno (Naec) e passeio motociclístico. Hoje, terá apresentação das bandas Aliados do Forró; Taty Girl e banda; e CRC do Samba. Os shows vão até dia 26.
Fonte:Jornal Diário do Nordeste
Vereador é assaltado antes de debater violência urbana com Secretário da Segurança
O vereador Marcelo Mendes (PTC) foi vítima de assalto, nesta quarta-feira, 23, em Fortaleza. Ele saiu de casa para ir à Câmara Municipal mas, antes, resolveu ir ao caixa eletrônico do estacionamento de um supermercado na avenida Abolição, bairro Mucuripe.
No momento em que saia do local, acabou abordado por um homem armado que levou sua carteira, automóvel, dois celulares e outros pertences.
Do local do assalto, o vereador foi para uma delegacia prestar queixa e prevenir-se contra possíveis golpes com seus cartões. Não conseguiu fazer Boletim de Ocorrência (B.O). Ele ainda foi em mais duas outras distritais e ouviu a mesma informação: o sistema estava fora do ar.
Marcelo Mendes, então, seguiu para a Câmara Municipal já que havia convidado o secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Estado, Roberto Monteiro, para debater o tema “Violência Urbana”.
Fonte:Blog do Eliomar
No momento em que saia do local, acabou abordado por um homem armado que levou sua carteira, automóvel, dois celulares e outros pertences.
Do local do assalto, o vereador foi para uma delegacia prestar queixa e prevenir-se contra possíveis golpes com seus cartões. Não conseguiu fazer Boletim de Ocorrência (B.O). Ele ainda foi em mais duas outras distritais e ouviu a mesma informação: o sistema estava fora do ar.
Marcelo Mendes, então, seguiu para a Câmara Municipal já que havia convidado o secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Estado, Roberto Monteiro, para debater o tema “Violência Urbana”.
Fonte:Blog do Eliomar
PF faz Operação Goliath e desarticula esquema de fraudes no Ceará
A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira, 23, três de cinco mandados de prisão e nove mandados de busca e apreensão dentro da Operação Goliath, sequência da Operação Gárgula II. A informação é do superintendente da Polícia Federal no Ceará, Aldair da Rocha, divulgada em entrevista coletiva na sede do órgão, em Fortaleza.
Durante a operação, houve a prisão do empresário Mirgon de Oliveira Oiteral, vinculado ao município de Trairi e que é do ramo de propaganda; de Jânio Falcão do Carmo, proprietário da Litorânea Rent a Car, locadora de veículos; e da servidora da Assembleia Legislativa, Maria Lúcia Ramos Martins, com atividades na Primeira Secretaria da Assembleia Legislativa e também funcionária da Litorânea Rent a Car.
Segundo o superintendente da PF, não há nenhum deputado envolvido nos casos alvos da operação e que são investigados desde 2007. Esses casos dizem respeito a fraudes em licitações, obras e locação de veículos. Aldair estimou, por conta do apurado até hoje, um desvio de verbas públicas em municípios cearenses e de órgãos da estrutura administrativa do governo estadual superior a R$ 30 milhões.
Eloilson Landim, do Ministério Público Estadual, e Elídio Estrela, coordenador de operações especiais da Controladoria Geral da União, em Brasília, participaram da coletiva e acompanharam a Operação Goliath. Dois envolvidos estão foragidos, segundo o superintendente da Polícia Federal.
Fonte:Blog do Eliomar
Durante a operação, houve a prisão do empresário Mirgon de Oliveira Oiteral, vinculado ao município de Trairi e que é do ramo de propaganda; de Jânio Falcão do Carmo, proprietário da Litorânea Rent a Car, locadora de veículos; e da servidora da Assembleia Legislativa, Maria Lúcia Ramos Martins, com atividades na Primeira Secretaria da Assembleia Legislativa e também funcionária da Litorânea Rent a Car.
Segundo o superintendente da PF, não há nenhum deputado envolvido nos casos alvos da operação e que são investigados desde 2007. Esses casos dizem respeito a fraudes em licitações, obras e locação de veículos. Aldair estimou, por conta do apurado até hoje, um desvio de verbas públicas em municípios cearenses e de órgãos da estrutura administrativa do governo estadual superior a R$ 30 milhões.
Eloilson Landim, do Ministério Público Estadual, e Elídio Estrela, coordenador de operações especiais da Controladoria Geral da União, em Brasília, participaram da coletiva e acompanharam a Operação Goliath. Dois envolvidos estão foragidos, segundo o superintendente da Polícia Federal.
Fonte:Blog do Eliomar
Veja lista de 42 políticos que estão na mira do ficha limpa
A publicação da lei ficha limpa tira o sono de nomes importantes no cenário político. Levantamento feito pelo Congresso em Foco identificou o nome de 42 políticos, entre pré-candidatos e agentes públicos de expressão nacional ou regional, que devem ter as candidaturas impugnadas pela Justiça eleitoral. Com as ameaças de inegibilidade, a largada aos Tribunais Regionais Eleitorais em busca de recursos deverá ser dada a partir do próximo dia 5, prazo final para a homologação das campanhas.
A lei ficha limpa pode pegar um número bem maior de pessoas. Apenas a lista do Tribunal de Contas da União com administradores que tiveram suas contas rejeitadas beira as cinco mil pessoas. O levantamento feito pelo site buscou identificar nomes de políticos mais conhecidos, que teriam chances reais de eleição, dada a sua projeção. A relação mostra que os casos de renúncia lideram os motivos de inegibilidade. Dos 42 nomes identificados, 12 políticos renunciaram aos mandatos para evitar a perda dos direitos políticos. Também há 11 casos de cassação de mandato e 11 prestações de contas rejeitadas, que resultaram em condenações por grupo de juízes. Na outra ponta da lista aparecem condenações de menor incidência, como sentenças por improbidade administrativa (3), abuso do poder econômico (2) e um caso de crime de responsabilidade fiscal.
Veja a lista dos ameaçados pelo ficha limpa
A data limite para o julgamento de todos os recursos apresentados nos Tribunais Regionais Eleitorais, transitado em julgado, é 19 de agosto. Até lá, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá ter uma lista preliminar com as candidaturas impugnadas pela Justiça eleitoral nos estados. Algumas das contestações das assessorias jurídicas dos pré-candidatos já estão sendo encaminhadas para evitar problemas no momento da homologação dos pré-candidatos.
Pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, Antony Garotinho é um dos que figura na lista dos possíveis inelegíveis e que já começar a tomar suas providências para evitar a hipótese. Nesta quarta-feira (23), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou um pedido de liminar do ex-governador para suspender a decisão da Justiça eleitoral do Rio que o decretou inelegível. Garotinho foi condenado por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação social nas eleições de 2008.
Conforme a carta de defesa apresentada pelos advogados de Garotinho, a preocupação com as nova regras eleitorais ficaram ainda mais evidentes após a publicação da lei do ficha limpa. “A decisão da Justiça do Rio de Janeiro cria sérios problemas para a escolha de seu nome (Garotinho) na convenção de seu partido (PR), prevista para o dia 27 de junho, e traz prejuízos irreparáveis à campanha eleitoral”, argumenta a defesa de Garotinho.
Na mira da Lei
Também na mira da nova legislação eleitoral, o deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA), que aparece nas pesquisas como favorito para o governo do Pará, pode ter o projeto político comprometido pelas regras do ficha limpa. O parlamentar, que renunciou ao mandato de senador em 2001 para escapar da cassação, divulgou nas últimas semanas mensagens em sua página pessoal defendendo-se e alegando que não se dá por ameaçado pelo ficha limpa.
Amparado pelas estratégias jurídicas dos advogados, Jader afirma que permanece sem qualquer risco de elegibilidade. Pelos argumentos, o parlamentar sustenta que na época da renúncia a lei o amparava, ou seja, permitia que renunciasse para evitar que seu mandato eventualmente fosse cassado pelo Legislativo, não perdendo assim os direitos políticos.
O Congresso em Foco consultou juristas e especialistas em direito eleitoral. A interpretação da maior parte é que o deputado Jader deverá ter problemas no momento da homologação da campanha. Na avaliação deles, a questão foi ultrapassada pela decisão do Tribunal Superior Eleitoral, que estabeleceu que inelegibilidade não é pena, mas critério, condição. Assim, ninguém poderia alegar em sua defesa o princípio constitucional de que uma lei não pode retroagir para prejudicar. No caso, mudou-se apenas o critério. De qualquer modo, como todos os casos ficam, de acordo com a lei, passíveis de julgamento caso o candidato recorra pedindo um efeito suspensivo, todas as situações dependerão em tese da opinião da Justiça.
Sem entrar em casos específicos, o presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe), o juiz de direito Márlon Reis, considera claro que todos os senadores que renunciaram que tinham mandato terminando de 2006 em diante estão inelegíveis. “A lei estabelece que a inelegibilidade vai até o final do mandato e oito anos depois dessa data. Então, qualquer senador que tenha renunciado para não ser cassado com mandato terminando de 2006 em diante está inelegível”. No caso de Jader, que renunciou em 2001, devem-se contar os anos até 2006 e os oito anos seguintes. Ele ficaria inelegível até fevereiro de 2015.
O Procurador regional eleitoral do estado do Pará, Daniel Cesar Avelino, também refuta a linha de defesa que deverá servir de arcabouço para o recurso a ser apresentado por Jader. Embora não tenha citado nomes. “Os agentes públicos que renunciaram a seus mandatos nos últimos oito anos - prazo contado da data do final do mandato ao qual renunciaram – estarão inelegíveis nas eleições de outubro”, disse ele.
Formação de palanques
É uma situação semelhante a que tornaria inelegível o ex-senador Joaquim Roriz, líder das pesquisas de intenção de voto no Distrito Federal, como candidato do PSC. Roriz renunciou ao seu mandato em 2007 para não ser cassado por conta de denúncias de desvio de recursos públicos. O mandato de Roriz ia até 2014. Se forem computados oito anos após o final do mandato, ele, pela regra do ficha limpa, ficaria inelegível até 2022. Na avaliação de juristas e especialistas ouvidos pelo site, o ex-senador já está inelegível e carece de argumentos contundentes para barrar uma impugnação de campanha à luz do ficha limpa.
O Congresso em Foco entrou em contato com a assessoria de Roriz, mas não obteve qualquer retorno sobre a linha de defesa que deverá ser apresentada á Justiça Eleitoral. Há informações de que ele deverá alegar que, no momento em que renunciou, não estava instalado qualquer procedimento no Senado visando à cassação de seu mandato. Para um jurista ouvido pelo site, porém, tal argumento não prosperaria porque, no momento da renúncia, já tinha havido manifestação da Corregedoria do Senado e uma representação do Psol contra Roriz já havia sido encaminhada ao Conselho de Ética.
Fiscalização permanente
Envolvida nas discussões do ficha limpa desde o início da tramitação no Congresso, a Ordem dos Advogados (OAB) também assumiu o papel de fiscalizador do cumprimento da nova legislação eleitoral. A entidade criou uma comissão que deverá acompanhar os julgamentos nos Tribunais Regionais Eleitorais em todas as seccionais do país. Além disso, a entidade irá contar com uma linha direta, uma espécie de serviço de disk-denúncia, em que poderão ser encaminhadas as informações e serem repassadas ao Ministério Público eleitoral.
“Estaremos muito atento a todo esse processo. Não há dúvidas que esse enfrentamento irá ocorrer nos tribunais, mas estamos otimistas e sabemos que a Justiça está preparada para isso. Mas ainda assim, vamos acompanhar tudo bem de perto”, disse ao Congresso em Foco o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcanti.
Sobre as possíveis lacunas na lei, a OAB diz estar tranqüila. Para a ordem, são os candidatos que, ameaçados, ventilam falhas na lei que, na verdade, não existem. “O ficha limpa é um enorme avanço. E não há como negar isso. Agora, essa queda-de-braço entre justiça eleitoral e candidatos será apenas o primeiro enfrentamento, o que é algo natural e esperado”, completa o presidente da OAB.
Fonte:Congresso em foco
A lei ficha limpa pode pegar um número bem maior de pessoas. Apenas a lista do Tribunal de Contas da União com administradores que tiveram suas contas rejeitadas beira as cinco mil pessoas. O levantamento feito pelo site buscou identificar nomes de políticos mais conhecidos, que teriam chances reais de eleição, dada a sua projeção. A relação mostra que os casos de renúncia lideram os motivos de inegibilidade. Dos 42 nomes identificados, 12 políticos renunciaram aos mandatos para evitar a perda dos direitos políticos. Também há 11 casos de cassação de mandato e 11 prestações de contas rejeitadas, que resultaram em condenações por grupo de juízes. Na outra ponta da lista aparecem condenações de menor incidência, como sentenças por improbidade administrativa (3), abuso do poder econômico (2) e um caso de crime de responsabilidade fiscal.
Veja a lista dos ameaçados pelo ficha limpa
A data limite para o julgamento de todos os recursos apresentados nos Tribunais Regionais Eleitorais, transitado em julgado, é 19 de agosto. Até lá, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá ter uma lista preliminar com as candidaturas impugnadas pela Justiça eleitoral nos estados. Algumas das contestações das assessorias jurídicas dos pré-candidatos já estão sendo encaminhadas para evitar problemas no momento da homologação dos pré-candidatos.
Pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, Antony Garotinho é um dos que figura na lista dos possíveis inelegíveis e que já começar a tomar suas providências para evitar a hipótese. Nesta quarta-feira (23), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou um pedido de liminar do ex-governador para suspender a decisão da Justiça eleitoral do Rio que o decretou inelegível. Garotinho foi condenado por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação social nas eleições de 2008.
Conforme a carta de defesa apresentada pelos advogados de Garotinho, a preocupação com as nova regras eleitorais ficaram ainda mais evidentes após a publicação da lei do ficha limpa. “A decisão da Justiça do Rio de Janeiro cria sérios problemas para a escolha de seu nome (Garotinho) na convenção de seu partido (PR), prevista para o dia 27 de junho, e traz prejuízos irreparáveis à campanha eleitoral”, argumenta a defesa de Garotinho.
Na mira da Lei
Também na mira da nova legislação eleitoral, o deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA), que aparece nas pesquisas como favorito para o governo do Pará, pode ter o projeto político comprometido pelas regras do ficha limpa. O parlamentar, que renunciou ao mandato de senador em 2001 para escapar da cassação, divulgou nas últimas semanas mensagens em sua página pessoal defendendo-se e alegando que não se dá por ameaçado pelo ficha limpa.
Amparado pelas estratégias jurídicas dos advogados, Jader afirma que permanece sem qualquer risco de elegibilidade. Pelos argumentos, o parlamentar sustenta que na época da renúncia a lei o amparava, ou seja, permitia que renunciasse para evitar que seu mandato eventualmente fosse cassado pelo Legislativo, não perdendo assim os direitos políticos.
O Congresso em Foco consultou juristas e especialistas em direito eleitoral. A interpretação da maior parte é que o deputado Jader deverá ter problemas no momento da homologação da campanha. Na avaliação deles, a questão foi ultrapassada pela decisão do Tribunal Superior Eleitoral, que estabeleceu que inelegibilidade não é pena, mas critério, condição. Assim, ninguém poderia alegar em sua defesa o princípio constitucional de que uma lei não pode retroagir para prejudicar. No caso, mudou-se apenas o critério. De qualquer modo, como todos os casos ficam, de acordo com a lei, passíveis de julgamento caso o candidato recorra pedindo um efeito suspensivo, todas as situações dependerão em tese da opinião da Justiça.
Sem entrar em casos específicos, o presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe), o juiz de direito Márlon Reis, considera claro que todos os senadores que renunciaram que tinham mandato terminando de 2006 em diante estão inelegíveis. “A lei estabelece que a inelegibilidade vai até o final do mandato e oito anos depois dessa data. Então, qualquer senador que tenha renunciado para não ser cassado com mandato terminando de 2006 em diante está inelegível”. No caso de Jader, que renunciou em 2001, devem-se contar os anos até 2006 e os oito anos seguintes. Ele ficaria inelegível até fevereiro de 2015.
O Procurador regional eleitoral do estado do Pará, Daniel Cesar Avelino, também refuta a linha de defesa que deverá servir de arcabouço para o recurso a ser apresentado por Jader. Embora não tenha citado nomes. “Os agentes públicos que renunciaram a seus mandatos nos últimos oito anos - prazo contado da data do final do mandato ao qual renunciaram – estarão inelegíveis nas eleições de outubro”, disse ele.
Formação de palanques
É uma situação semelhante a que tornaria inelegível o ex-senador Joaquim Roriz, líder das pesquisas de intenção de voto no Distrito Federal, como candidato do PSC. Roriz renunciou ao seu mandato em 2007 para não ser cassado por conta de denúncias de desvio de recursos públicos. O mandato de Roriz ia até 2014. Se forem computados oito anos após o final do mandato, ele, pela regra do ficha limpa, ficaria inelegível até 2022. Na avaliação de juristas e especialistas ouvidos pelo site, o ex-senador já está inelegível e carece de argumentos contundentes para barrar uma impugnação de campanha à luz do ficha limpa.
O Congresso em Foco entrou em contato com a assessoria de Roriz, mas não obteve qualquer retorno sobre a linha de defesa que deverá ser apresentada á Justiça Eleitoral. Há informações de que ele deverá alegar que, no momento em que renunciou, não estava instalado qualquer procedimento no Senado visando à cassação de seu mandato. Para um jurista ouvido pelo site, porém, tal argumento não prosperaria porque, no momento da renúncia, já tinha havido manifestação da Corregedoria do Senado e uma representação do Psol contra Roriz já havia sido encaminhada ao Conselho de Ética.
Fiscalização permanente
Envolvida nas discussões do ficha limpa desde o início da tramitação no Congresso, a Ordem dos Advogados (OAB) também assumiu o papel de fiscalizador do cumprimento da nova legislação eleitoral. A entidade criou uma comissão que deverá acompanhar os julgamentos nos Tribunais Regionais Eleitorais em todas as seccionais do país. Além disso, a entidade irá contar com uma linha direta, uma espécie de serviço de disk-denúncia, em que poderão ser encaminhadas as informações e serem repassadas ao Ministério Público eleitoral.
“Estaremos muito atento a todo esse processo. Não há dúvidas que esse enfrentamento irá ocorrer nos tribunais, mas estamos otimistas e sabemos que a Justiça está preparada para isso. Mas ainda assim, vamos acompanhar tudo bem de perto”, disse ao Congresso em Foco o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcanti.
Sobre as possíveis lacunas na lei, a OAB diz estar tranqüila. Para a ordem, são os candidatos que, ameaçados, ventilam falhas na lei que, na verdade, não existem. “O ficha limpa é um enorme avanço. E não há como negar isso. Agora, essa queda-de-braço entre justiça eleitoral e candidatos será apenas o primeiro enfrentamento, o que é algo natural e esperado”, completa o presidente da OAB.
Fonte:Congresso em foco
Indicação de Marcos Cals repercute entre políticos
O líder do PSDB na Assembleia Legislativa, deputado João Jaime, subiu ontem à tribuna para reafirmar que o anúncio feito pelo partido, na última terça-feira, lançando a pré-candidatura do deputado Marcos Cals ao governo do Estado é a opção de mudança apontada pelo tucanato.
“O PSDB oferece uma oportunidade, uma opção para valer, homem de respeito. Faremos uma campanha de alto nível de propostas”, garantiu o deputado. Conforme o parlamentar, a escolha de Cals, apoiada por mais de 90% das lideranças partidárias e após inúmeras reuniões tanto no interior quanto na Capital, representa a decisão de continuar a política mudancista iniciada na gestão do ex-governador Tasso Jereissati, atualmente senador, o responsável, segundo ele, pela evolução dos setores econômicos do Ceará, além da industrialização do interior cearense.
“Hoje, os municípios tem uma economia modificada e melhor”, disse o peessedebista em referência à herança deixada por Tasso, acrescentando que faz muitos anos que uma indústria não se instala no Estado. Além disso, João Jaime criticou a perda do estaleiro Promar Ceará e, principalmente, a refinaria para o estado de Pernambuco, acrescentando que, nos últimos anos, somente em governos do PSDB é que os grandes empreendimentos foram implantados, como o Aeroporto Internacional Pinto Martins, o Porto do Pecém, além do início das obras do açude Castanhão.
O vice-presidente da Casa, deputado Gony Arruda (PSDB), afirmou que “Marcos Cals tem um estilo inspirador de fazer política”. Sobre a questão de ter sido secretário do governo Cid Gomes (PSB), o deputado Fernando Hugo (PSDB) disse ser uma “bestialidade”, lembrando que o deputado Mauro Filho (PSB) foi secretário de administração do ex-governador Lúcio Alcântara, e, no entanto, hoje participa das políticas do governo Cid.
Interior
Cirilo Pimenta (PSDB), em aparte, afirmou que a pré-candidatura de Marcos Cals é uma cobrança da população cearense. Para ele, essa candidatura representa uma alternativa para os projetos do atual governo, que, em sua opinião, trouxe prejuízos para o setor terciário, principalmente durante a crise financeira mundial, no ano passado, quando o governo suspendeu os incentivos fiscais às fábricas no interior do Estado. “Isso trouxe uma desestruturação de um projeto já montado”, alegou o tucano, acrescentando que vinha tentando alertar o problema. “Enquanto a economia do Estado cresce, no interior está em declínio”, reiterou o deputado, assegurando que o governo está indiferente aos problemas no interior.
Diante dessas afirmações, o líder do governo na Casa, deputado Nelson Martins (PT), solicitou a manutenção do debate de alto nível, pois o governador Cid Gomes tem desempenhado todos os compromissos de campanha. Já de acordo com o deputado Welligton Landim (PSB), o governo Cid Gomes tem priorizado o interior do Estado, ressaltando que somente na gestão do ex-governador Adauto Bezerra havia se visto outro investimento semelhante.
Inácio
Para o senador Inácio Arruda (PCdoB), o lançamento da candidatura do tucano para disputar o governo do Estado, nas eleições de outubro próximo, foi uma boa ideia do PSDB, já que, para o comunista, o Brasil vive uma plena democracia que dá liberdade a todos os brasileiros e partidos de participarem do pleito eleitoral. “Era estranho que o PSDB, o maior partido do Ceará, não tivesse candidato à chefia do Palácio Iracema, porque o partido tem liderança forte tanto a nível local como nacional”, analisa o senador. O parlamentar reconhece que o partido tem muitos nomes, como Tasso Jereissati, Beto Studart, Cirilo Pimenta e Luiz Pontes.
No entanto, Arruda reconhece que a candidatura mais forte que se apresenta até o momento é a de Cid Gomes, que postula a reeleição. “O governador Cid fez uma grande gestão, é muito respeitado em todo o Estado e o que a natureza manda é que ele seja reeleito por mais quatro anos”, arrisca o senador.
O que Arruda não escondeu é que a candidatura do PSDB dificultará a reeleição de Cid, todavia, ele apresentou a solução para que tudo possa dar certo: a coligação que apoia o governador tem que desenvolver uma campanha política bem feita para que não haja surpresas quanto ao resultado do sufrágio.
Fonte:Jornal O Estado
“O PSDB oferece uma oportunidade, uma opção para valer, homem de respeito. Faremos uma campanha de alto nível de propostas”, garantiu o deputado. Conforme o parlamentar, a escolha de Cals, apoiada por mais de 90% das lideranças partidárias e após inúmeras reuniões tanto no interior quanto na Capital, representa a decisão de continuar a política mudancista iniciada na gestão do ex-governador Tasso Jereissati, atualmente senador, o responsável, segundo ele, pela evolução dos setores econômicos do Ceará, além da industrialização do interior cearense.
“Hoje, os municípios tem uma economia modificada e melhor”, disse o peessedebista em referência à herança deixada por Tasso, acrescentando que faz muitos anos que uma indústria não se instala no Estado. Além disso, João Jaime criticou a perda do estaleiro Promar Ceará e, principalmente, a refinaria para o estado de Pernambuco, acrescentando que, nos últimos anos, somente em governos do PSDB é que os grandes empreendimentos foram implantados, como o Aeroporto Internacional Pinto Martins, o Porto do Pecém, além do início das obras do açude Castanhão.
O vice-presidente da Casa, deputado Gony Arruda (PSDB), afirmou que “Marcos Cals tem um estilo inspirador de fazer política”. Sobre a questão de ter sido secretário do governo Cid Gomes (PSB), o deputado Fernando Hugo (PSDB) disse ser uma “bestialidade”, lembrando que o deputado Mauro Filho (PSB) foi secretário de administração do ex-governador Lúcio Alcântara, e, no entanto, hoje participa das políticas do governo Cid.
Interior
Cirilo Pimenta (PSDB), em aparte, afirmou que a pré-candidatura de Marcos Cals é uma cobrança da população cearense. Para ele, essa candidatura representa uma alternativa para os projetos do atual governo, que, em sua opinião, trouxe prejuízos para o setor terciário, principalmente durante a crise financeira mundial, no ano passado, quando o governo suspendeu os incentivos fiscais às fábricas no interior do Estado. “Isso trouxe uma desestruturação de um projeto já montado”, alegou o tucano, acrescentando que vinha tentando alertar o problema. “Enquanto a economia do Estado cresce, no interior está em declínio”, reiterou o deputado, assegurando que o governo está indiferente aos problemas no interior.
Diante dessas afirmações, o líder do governo na Casa, deputado Nelson Martins (PT), solicitou a manutenção do debate de alto nível, pois o governador Cid Gomes tem desempenhado todos os compromissos de campanha. Já de acordo com o deputado Welligton Landim (PSB), o governo Cid Gomes tem priorizado o interior do Estado, ressaltando que somente na gestão do ex-governador Adauto Bezerra havia se visto outro investimento semelhante.
Inácio
Para o senador Inácio Arruda (PCdoB), o lançamento da candidatura do tucano para disputar o governo do Estado, nas eleições de outubro próximo, foi uma boa ideia do PSDB, já que, para o comunista, o Brasil vive uma plena democracia que dá liberdade a todos os brasileiros e partidos de participarem do pleito eleitoral. “Era estranho que o PSDB, o maior partido do Ceará, não tivesse candidato à chefia do Palácio Iracema, porque o partido tem liderança forte tanto a nível local como nacional”, analisa o senador. O parlamentar reconhece que o partido tem muitos nomes, como Tasso Jereissati, Beto Studart, Cirilo Pimenta e Luiz Pontes.
No entanto, Arruda reconhece que a candidatura mais forte que se apresenta até o momento é a de Cid Gomes, que postula a reeleição. “O governador Cid fez uma grande gestão, é muito respeitado em todo o Estado e o que a natureza manda é que ele seja reeleito por mais quatro anos”, arrisca o senador.
O que Arruda não escondeu é que a candidatura do PSDB dificultará a reeleição de Cid, todavia, ele apresentou a solução para que tudo possa dar certo: a coligação que apoia o governador tem que desenvolver uma campanha política bem feita para que não haja surpresas quanto ao resultado do sufrágio.
Fonte:Jornal O Estado
Cid antecipa volta ao Ceará
O governador Cid Gomes (PSB) antecipou em um dia o retorno ao Ceará. Ele cancelou a programação agendada para ontem e deixou a África do Sul na manhã de ontem, no horário de Fortaleza. A previsão era de chegada ainda ontem. Questionado pelo jornalista Rafael Luis, do O POVO, que participa da cobertura da Copa do Mundo e conversou com o governador no aeroporto, Cid não respondeu se a volta antecipada tem relação com a turbulência política cearense. Na última terça-feira, o PSDB do senador Tasso Jereissati lançou Marcos Cals, ex-secretário da Justiça do governo Cid, como candidato de oposição ao Governo do Estado.
Além disso, não houve ainda acordo com o PT, que reivindica manter o vice de Cid, além de indicar o deputado federal José Pimentel (PT) como um dos dois candidatos a senador. Cid apenas confirma o apoio ao deputado federal Eunício Oliveira (PMDB) ao Senado e resiste à ideia de o PT indicar os dois nomes na chapa – vice e senador – ocupando duas das quatro posições na chapa majoritária.
Para completar, uma operação da Polícia Federal apreendeu documentos ontem no gabinete ocupado pelo principal operador político de Cid na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Zezinho Albuquerque (PSB). Um ex-assessor do parlamentar foi preso, mas a PF disse não ter indícios de envolvimento de qualquer deputado no esquema de corrupção, que agiria inclusive dentro de órgãos do Governo do Estado.”
Fonte:Blog do Eliomar
Além disso, não houve ainda acordo com o PT, que reivindica manter o vice de Cid, além de indicar o deputado federal José Pimentel (PT) como um dos dois candidatos a senador. Cid apenas confirma o apoio ao deputado federal Eunício Oliveira (PMDB) ao Senado e resiste à ideia de o PT indicar os dois nomes na chapa – vice e senador – ocupando duas das quatro posições na chapa majoritária.
Para completar, uma operação da Polícia Federal apreendeu documentos ontem no gabinete ocupado pelo principal operador político de Cid na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Zezinho Albuquerque (PSB). Um ex-assessor do parlamentar foi preso, mas a PF disse não ter indícios de envolvimento de qualquer deputado no esquema de corrupção, que agiria inclusive dentro de órgãos do Governo do Estado.”
Fonte:Blog do Eliomar
Resultado surpreende tucanos e petistas
O resultado da pesquisa CNI/Ibope, na qual a petista Dilma Rousseff aparece liderando a corrida presidencial, surpreendeu o comando da campanha do candidato tucano, José Serra, e foi discretamente comemorado no PT e no Palácio do Planalto. Nem mesmo os petistas esperavam esse resultado.
A expectativa entre os tucanos era que a forte exposição de Serra em inserções e programas partidários nas últimas semanas na TV e no rádio garantisse a ele a dianteira nas pesquisas. Os dois grupos atribuem o crescimento de Dilma à forte associação de sua candidatura com o presidente Lula, estratégia que será mantida até o final da campanha.
Em reunião na noite de terça-feira, integrantes da coordenação da campanha de Dilma avaliaram que a pesquisa Ibope poderia trazer uma pequena oscilação positiva para Serra, justamente por causa da propaganda partidária.
(...) — É um resultado a se respeitar, embora neste momento ninguém possa ter qualquer segurança, estando na frente ou não. É possível que a Dilma cresça ainda mais, mas não vai chegar nem a 60% daqueles que consideram o governo Lula bom ou ótimo — reforçou o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM).
Fonte:Blog do Noblat
A expectativa entre os tucanos era que a forte exposição de Serra em inserções e programas partidários nas últimas semanas na TV e no rádio garantisse a ele a dianteira nas pesquisas. Os dois grupos atribuem o crescimento de Dilma à forte associação de sua candidatura com o presidente Lula, estratégia que será mantida até o final da campanha.
Em reunião na noite de terça-feira, integrantes da coordenação da campanha de Dilma avaliaram que a pesquisa Ibope poderia trazer uma pequena oscilação positiva para Serra, justamente por causa da propaganda partidária.
(...) — É um resultado a se respeitar, embora neste momento ninguém possa ter qualquer segurança, estando na frente ou não. É possível que a Dilma cresça ainda mais, mas não vai chegar nem a 60% daqueles que consideram o governo Lula bom ou ótimo — reforçou o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM).
Fonte:Blog do Noblat
Quase metade dos universitários do país já usou drogas ilícitas, mostra pesquisa
Brasília - Quase a metade dos universitários brasileiros (49%) já experimentou drogas ilícitas. É o que revela o 1º Levantamento Nacional sobre Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas entre Universitários, divulgado hoje (23) pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad).
O estudo indica que 22% dos universitários estão sob o risco de desenvolver dependência de álcool. No caso da maconha, esse percentual é de 8%.
O levantamento ouviu cerca de 18 mil jovens matriculados em instituições públicas e privadas de ensino superior das 27 capitais brasileiras. Entre os entrevistados, 40% usaram duas ou mais drogas nos últimos 12 meses e 43% disseram “já ter feito uso múltiplo e simultâneo” dessas substâncias.
Segundo a pesquisa, o uso de substâncias ilícitas é maior entre os universitários das regiões Sul e Sudeste, de mais de 35 anos, que estudam em instituições privadas e estão matriculados em cursos da área de humanas no período noturno. Não foi observada a interferência do gênero nesse consumo.
O fumo é um hábito de 22% dos jovens do ensino superior. Em relação à bebida alcoólica, 86% dos universitários disseram já ter consumido álcool. O índice é de 80% entre os menores de 18 anos. O estudo aponta ainda que 18% dos jovens já dirigiram sob o efeito de bebida e 27% pegaram carona com um motorista embriagado.
O estudo ressalta que a prevalência do uso de álcool, tabaco e drogas entre os universitários brasileiros é semelhante à verificada entre os jovens dos Estados Unidos. Mas há algumas peculiaridades: entre os estudantes norte-americanos é maior o uso da maconha e, no Brasil, o percentual de universitários que declararam usar inalantes é superior ao daquele país.
Fonte:Agência Brasil
O estudo indica que 22% dos universitários estão sob o risco de desenvolver dependência de álcool. No caso da maconha, esse percentual é de 8%.
O levantamento ouviu cerca de 18 mil jovens matriculados em instituições públicas e privadas de ensino superior das 27 capitais brasileiras. Entre os entrevistados, 40% usaram duas ou mais drogas nos últimos 12 meses e 43% disseram “já ter feito uso múltiplo e simultâneo” dessas substâncias.
Segundo a pesquisa, o uso de substâncias ilícitas é maior entre os universitários das regiões Sul e Sudeste, de mais de 35 anos, que estudam em instituições privadas e estão matriculados em cursos da área de humanas no período noturno. Não foi observada a interferência do gênero nesse consumo.
O fumo é um hábito de 22% dos jovens do ensino superior. Em relação à bebida alcoólica, 86% dos universitários disseram já ter consumido álcool. O índice é de 80% entre os menores de 18 anos. O estudo aponta ainda que 18% dos jovens já dirigiram sob o efeito de bebida e 27% pegaram carona com um motorista embriagado.
O estudo ressalta que a prevalência do uso de álcool, tabaco e drogas entre os universitários brasileiros é semelhante à verificada entre os jovens dos Estados Unidos. Mas há algumas peculiaridades: entre os estudantes norte-americanos é maior o uso da maconha e, no Brasil, o percentual de universitários que declararam usar inalantes é superior ao daquele país.
Fonte:Agência Brasil
Dilma tem 40% das intenções de votos e Serra 35%, segundo CNI/Ibope
Brasília – A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, assumiu a liderança na disputa presidencial, de acordo com a pesquisa divulgada pelo instituto Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com 40% das intenção de voto, enquanto o candidato do PSDB, José Serra, tem 35%. A candidata do PV, Marina Silva, aparece com 9%, considerando um cenário com apenas os três candidatos.
A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Já em um cenário com 11 candidatos, Dilma lidera com 38,2% das intenções de voto, Serra fica com 32,3% e Marina com 7%.
É a primeira vez que Dilma assume a dianteira na consulta estimulada do Ibope. Na última pesquisa, divulgada em março, Dilma marcou 33 pontos%, Serra, 35% e Marina tinha 8%.
Registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TSE) com o número 16.292/2010, a pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 21 deste mês com 2.002 pessoas em 140 municípios.
Fonte:Agência Brasil
A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Já em um cenário com 11 candidatos, Dilma lidera com 38,2% das intenções de voto, Serra fica com 32,3% e Marina com 7%.
É a primeira vez que Dilma assume a dianteira na consulta estimulada do Ibope. Na última pesquisa, divulgada em março, Dilma marcou 33 pontos%, Serra, 35% e Marina tinha 8%.
Registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TSE) com o número 16.292/2010, a pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 21 deste mês com 2.002 pessoas em 140 municípios.
Fonte:Agência Brasil
Aprovada proibição de produtos infantis em forma de cigarro
Qualquer produto nacional ou importado destinado ao público infanto-juvenil - inclusive embalagens - que reproduza a forma de cigarros e similares poderá ter a fabricação, comercialização, distribuição e propaganda proibidas no Brasil. É o que prevê projeto de lei da Câmara (PLC 17/10) aprovado nesta quarta-feira (23) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A matéria será votada ainda pelas Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta em decisão terminativa.
Pela proposta, quem não cumprir essa determinação poderá ter o produto apreendido ou arcar com uma multa de R$ 10 por embalagem apreendida - valor a ser corrigido anualmente pela variação do índice nacional de preços. A multa poderá ter seu valor duplicado em caso de reincidência.
O PLC 17/10 foi apresentado pelo então deputado Clodovil Hernandes e aprovado pela Câmara na forma de substitutivo. O objetivo, segundo ressaltou seu autor na justificação, é "proteger as crianças contra a exposição de qualquer tipo de produto, seja ele brinquedo ou alimento, que reproduza a forma de cigarro".
O relator na CCJ, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), observou no parecer que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou, em 2002, resolução que "proíbe a produção, importação, comercialização, propaganda e distribuição de alimentos com forma de apresentação semelhante a cigarro, charuto, cigarrilha ou qualquer outro produto fumígeno, derivado do tabaco ou não". Flexa entendeu, no entanto, que o projeto tem maior abrangência que a resolução da Anvisa, por alcançar qualquer produto ou embalagem que contenha a forma de cigarros ou similares.
O senador Augusto Botelho (PT-RR) também elogiou a proposta, mas reivindicou o mesmo rigor em relação a bebidas alcoólicas. Segundo comentou, o Ministério da Saúde já comprovou a redução no número de fumantes em decorrência das restrições à propaganda de cigarros. Mas lamentou que isso não tenha ocorrido em relação a bebidas alcoólicas, apontando a influência da propaganda desse produto principalmente entre os jovens.
Fonte:Agência Senado
Pela proposta, quem não cumprir essa determinação poderá ter o produto apreendido ou arcar com uma multa de R$ 10 por embalagem apreendida - valor a ser corrigido anualmente pela variação do índice nacional de preços. A multa poderá ter seu valor duplicado em caso de reincidência.
O PLC 17/10 foi apresentado pelo então deputado Clodovil Hernandes e aprovado pela Câmara na forma de substitutivo. O objetivo, segundo ressaltou seu autor na justificação, é "proteger as crianças contra a exposição de qualquer tipo de produto, seja ele brinquedo ou alimento, que reproduza a forma de cigarro".
O relator na CCJ, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), observou no parecer que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou, em 2002, resolução que "proíbe a produção, importação, comercialização, propaganda e distribuição de alimentos com forma de apresentação semelhante a cigarro, charuto, cigarrilha ou qualquer outro produto fumígeno, derivado do tabaco ou não". Flexa entendeu, no entanto, que o projeto tem maior abrangência que a resolução da Anvisa, por alcançar qualquer produto ou embalagem que contenha a forma de cigarros ou similares.
O senador Augusto Botelho (PT-RR) também elogiou a proposta, mas reivindicou o mesmo rigor em relação a bebidas alcoólicas. Segundo comentou, o Ministério da Saúde já comprovou a redução no número de fumantes em decorrência das restrições à propaganda de cigarros. Mas lamentou que isso não tenha ocorrido em relação a bebidas alcoólicas, apontando a influência da propaganda desse produto principalmente entre os jovens.
Fonte:Agência Senado
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Rádio se faz falando menos e ouvindo mais
De vez em quando é preciso tentar ver as coisas de outro ângulo, ou no caso de quem vivencia diariamente uma situação, colocar-se do outro lado, ver-se de repente como expectador ao invés de protagonista.
Na manhã desse domingo, liguei o rádio para ouvir a programação da Rádio Campo Maior, simplesmente como ouvinte, e não como diretor. Nada de atentar para a parte técnica ou analisar pura e simplesmente os profissionais. Atentei para as dezenas de participações de ouvintes, da zona rural e urbana, de municípios de toda a região do Sertão Central.
Foram diversas ligações de cidades que fazem da nossa audiência uma das maiores do Estado do Ceará. São milhares de rádios ligados todos os dias, buscando o entretenimento, a informação e a interação com os nossos profissionais.
E como é gratificante saber que em pleno domingo, as pessoas acordam cedinho para sintonizar a AM 840 e ouvir o Lucivando Gomes no seu programa Domingo Sertanejo, resgatando a nossa música de raiz, o Robério Lobo com sua espontaneidade, no programa Brega Maior!
É inafastável a sensação de estarmos no rumo certo, fazendo uma programação que atende aos anseios do povo, porque a gente tem que tocar o que o povo quer ouvir, o rádio é feito para o povo, para atender a população, levar ao ar a alegria, a cultura e a notícia com seriedade e imparcialidade, respeitando o ouvinte e exercendo nosso ofício com honra e dignidade, pois essa é a nossa função social.
É ainda o rádio, o meio de comunicação mais acessível e democrático, porque está onde as coisas acontecem, escuta o povo e, principalmente, lhe dá voz. Eu diria até que mais do que um meio de comunicação, o rádio é um importante elemento da nossa identidade cultural.
Levantamos todos os dias com a determinação de sermos um instrumento de exercício da cidadania por parte da população, de prestar o serviço de utilidade pública, informar, alegrar o seu dia. Temos pelo rádio o fascínio do expectador aliado à responsabilidade profissional de fazer desse veículo cada vez mais um meio de integração. Não temos público alvo, nosso alvo é o público. De todos os segmentos, de todas as crenças e gostos. Fazemos rádio pelo povo e para o povo e é isso que nos mantém firmes a 22 anos no ar.
E nada é mais gratificante do que receber o carinho dos ouvintes e descobrir que a cada dia mais pessoas se ligam na nossa freqüência. Isso não nos envaidece, ao contrário, nos estimula a tentar fazer nosso trabalho cada vez melhor, com mais amor e dedicação, pois para nós, rádio se faz falando menos e ouvindo mais o povo. É ele que faz a nossa programação e é para ele que essa programação é feita. E essa pode até não ser a receita do sucesso, mas é sem duvida o que nos garante o respeito e a credibilidade diante dos nossos ouvintes e da sociedade em geral.
Sérgio Machado
Na manhã desse domingo, liguei o rádio para ouvir a programação da Rádio Campo Maior, simplesmente como ouvinte, e não como diretor. Nada de atentar para a parte técnica ou analisar pura e simplesmente os profissionais. Atentei para as dezenas de participações de ouvintes, da zona rural e urbana, de municípios de toda a região do Sertão Central.
Foram diversas ligações de cidades que fazem da nossa audiência uma das maiores do Estado do Ceará. São milhares de rádios ligados todos os dias, buscando o entretenimento, a informação e a interação com os nossos profissionais.
E como é gratificante saber que em pleno domingo, as pessoas acordam cedinho para sintonizar a AM 840 e ouvir o Lucivando Gomes no seu programa Domingo Sertanejo, resgatando a nossa música de raiz, o Robério Lobo com sua espontaneidade, no programa Brega Maior!
É inafastável a sensação de estarmos no rumo certo, fazendo uma programação que atende aos anseios do povo, porque a gente tem que tocar o que o povo quer ouvir, o rádio é feito para o povo, para atender a população, levar ao ar a alegria, a cultura e a notícia com seriedade e imparcialidade, respeitando o ouvinte e exercendo nosso ofício com honra e dignidade, pois essa é a nossa função social.
É ainda o rádio, o meio de comunicação mais acessível e democrático, porque está onde as coisas acontecem, escuta o povo e, principalmente, lhe dá voz. Eu diria até que mais do que um meio de comunicação, o rádio é um importante elemento da nossa identidade cultural.
Levantamos todos os dias com a determinação de sermos um instrumento de exercício da cidadania por parte da população, de prestar o serviço de utilidade pública, informar, alegrar o seu dia. Temos pelo rádio o fascínio do expectador aliado à responsabilidade profissional de fazer desse veículo cada vez mais um meio de integração. Não temos público alvo, nosso alvo é o público. De todos os segmentos, de todas as crenças e gostos. Fazemos rádio pelo povo e para o povo e é isso que nos mantém firmes a 22 anos no ar.
E nada é mais gratificante do que receber o carinho dos ouvintes e descobrir que a cada dia mais pessoas se ligam na nossa freqüência. Isso não nos envaidece, ao contrário, nos estimula a tentar fazer nosso trabalho cada vez melhor, com mais amor e dedicação, pois para nós, rádio se faz falando menos e ouvindo mais o povo. É ele que faz a nossa programação e é para ele que essa programação é feita. E essa pode até não ser a receita do sucesso, mas é sem duvida o que nos garante o respeito e a credibilidade diante dos nossos ouvintes e da sociedade em geral.
Sérgio Machado
É difícil para Marcos Cals fazer oposição
A ausência do próprio Marcos Cals ao anúncio do seu nome já é bem uma demonstração do seu constrangimento
O deputado estadual Marcos Cals, inegavelmente, é um dos bons quadros da política cearense, mas não está preparado para disputar o cargo de governador do Ceará, até por culpa do seu próprio partido, o PSDB, que não sonhou com este momento, acomodado que estava na sustentação do atual Governo, apesar de uma ou outra dissidência. E porque não trabalhou a candidatura majoritária e a ela está sendo levado, o Ceará, pobre de lideranças, corre o risco de jogar para as calendas uma das que lhes poderiam ser úteis.
Quem conhece o Marcos Cals tem ideia do sofrimento que ele experimenta, neste momento. Amigo, inteligente, perspicaz, e acima de tudo ético no mundo aético da política, sabe que ele não tem discurso para pedir votos contra o governador a que serviu desde o primeiro momento de sua instalação, em janeiro de 2007 até abril deste ano, quando saiu para atender à legislação eleitoral, por ser candidato à reeleição, fazendo elogios ao governador.
Silêncio
Ninguém o fará contestar o atual Governo, nos palanques, no rádio e na televisão. E que apelo terá para convencer o eleitor que poderá fazer melhor se nunca esboçou reação a qualquer das políticas que foram experimentadas ao longo dos anos, mesmo que equivocadamente. Ao contrário, senão as elogiou, manteve o silêncio do consentimento. E como não pedirá votos atacando o concorrente (o seu comportamento de hoje é a garantia para tal afirmação), também não endossará qualquer afirmação dos correligionários nesse sentido.
Marcos Cals, nos últimos dias, a partir do momento em que o seu partido anunciou que teria candidato próprio ao Governo do Ceará, nunca escondeu, dos amigos, sua preocupação com o atual quadro. Sempre descartou a possibilidade de vir a ser candidato a um cargo majoritário, como já havia feito quando o próprio PSDB o estimulou a mudar o domicílio eleitoral de Boa Viagem para Fortaleza, como fez recentemente o presidente Lula com o deputado Ciro Gomes, que deixou de ser eleitor de Fortaleza para poder votar e ser votado em São Paulo.
O tucano é consciente das dificuldades de uma eleição majoritária. Sabe que jamais será um candidato competitivo na disputa pelo Governo do Estado, se não conseguir juntar R$40 milhões para os gastos da campanha, uma estrutura partidária coesa que lhe permita trabalhar sem os percalços motivadores das derrotas antecipadas. Marcos Cals tem plena consciência de que ele próprio não conseguirá tão expressiva soma de recursos e ficando na dependência dos outros fará uma campanha fragilizado.
Também sabe que não conta com todos os seus atuais companheiros de partido. Ele próprio ouviu quando o deputado Nenem Coelho disse ao senador Tasso Jereissati que só não votaria em Cid Gomes se o candidato fosse o próprio Tasso. Outros deputados seguem o mesmo caminho, embora não tenham feito tal afirmação.
O deputado não estava presente, mas tomou conhecimento como foi o encontro dos tucanos ontem. Todas as manifestações foram em defesa da candidatura de Tasso Jereissati. O nome de Marcos Cals só foi citado por Tasso e, segundo alguns, para aliviar as pressões contra ele próprio, visto que o anúncio do nome do candidato não estava definido para ser ontem.
Fonte:Diário do Nordeste
O deputado estadual Marcos Cals, inegavelmente, é um dos bons quadros da política cearense, mas não está preparado para disputar o cargo de governador do Ceará, até por culpa do seu próprio partido, o PSDB, que não sonhou com este momento, acomodado que estava na sustentação do atual Governo, apesar de uma ou outra dissidência. E porque não trabalhou a candidatura majoritária e a ela está sendo levado, o Ceará, pobre de lideranças, corre o risco de jogar para as calendas uma das que lhes poderiam ser úteis.
Quem conhece o Marcos Cals tem ideia do sofrimento que ele experimenta, neste momento. Amigo, inteligente, perspicaz, e acima de tudo ético no mundo aético da política, sabe que ele não tem discurso para pedir votos contra o governador a que serviu desde o primeiro momento de sua instalação, em janeiro de 2007 até abril deste ano, quando saiu para atender à legislação eleitoral, por ser candidato à reeleição, fazendo elogios ao governador.
Silêncio
Ninguém o fará contestar o atual Governo, nos palanques, no rádio e na televisão. E que apelo terá para convencer o eleitor que poderá fazer melhor se nunca esboçou reação a qualquer das políticas que foram experimentadas ao longo dos anos, mesmo que equivocadamente. Ao contrário, senão as elogiou, manteve o silêncio do consentimento. E como não pedirá votos atacando o concorrente (o seu comportamento de hoje é a garantia para tal afirmação), também não endossará qualquer afirmação dos correligionários nesse sentido.
Marcos Cals, nos últimos dias, a partir do momento em que o seu partido anunciou que teria candidato próprio ao Governo do Ceará, nunca escondeu, dos amigos, sua preocupação com o atual quadro. Sempre descartou a possibilidade de vir a ser candidato a um cargo majoritário, como já havia feito quando o próprio PSDB o estimulou a mudar o domicílio eleitoral de Boa Viagem para Fortaleza, como fez recentemente o presidente Lula com o deputado Ciro Gomes, que deixou de ser eleitor de Fortaleza para poder votar e ser votado em São Paulo.
O tucano é consciente das dificuldades de uma eleição majoritária. Sabe que jamais será um candidato competitivo na disputa pelo Governo do Estado, se não conseguir juntar R$40 milhões para os gastos da campanha, uma estrutura partidária coesa que lhe permita trabalhar sem os percalços motivadores das derrotas antecipadas. Marcos Cals tem plena consciência de que ele próprio não conseguirá tão expressiva soma de recursos e ficando na dependência dos outros fará uma campanha fragilizado.
Também sabe que não conta com todos os seus atuais companheiros de partido. Ele próprio ouviu quando o deputado Nenem Coelho disse ao senador Tasso Jereissati que só não votaria em Cid Gomes se o candidato fosse o próprio Tasso. Outros deputados seguem o mesmo caminho, embora não tenham feito tal afirmação.
O deputado não estava presente, mas tomou conhecimento como foi o encontro dos tucanos ontem. Todas as manifestações foram em defesa da candidatura de Tasso Jereissati. O nome de Marcos Cals só foi citado por Tasso e, segundo alguns, para aliviar as pressões contra ele próprio, visto que o anúncio do nome do candidato não estava definido para ser ontem.
Fonte:Diário do Nordeste
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